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Copa do brasil

Apito tira coritibanos do sério

Coxa reclama do pênalti a favor do Palmeiras, de um sobre Tcheco não assinalado, e do gol em impedimento do zagueiro Thiago Heleno

Junior Urso perdeu uma oprtunidade incrível de gol quando a partida ainda estava empatada em 0 a 0 | Jonathan Campos/ Gazeta do Povo/ enviado especial
Junior Urso perdeu uma oprtunidade incrível de gol quando a partida ainda estava empatada em 0 a 0 (Foto: Jonathan Campos/ Gazeta do Povo/ enviado especial)
Torcedor coxa-branca cabisbaixo com o revés para o Palmeiras |

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Torcedor coxa-branca cabisbaixo com o revés para o Palmeiras

Veja as notas dos jogadores |

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Veja as notas dos jogadores

O Coritiba viu um a um os seus temores se materializarem na Arena Barueri. A bola parada, maior virtude do adversário, e a falta de capricho nas finalizações, falha própria tantas vezes repetida. E ainda foi surpreendido por um novo fantasma: uma arbitragem muito criticada e decisiva no resultado.

A revolta em relação a várias marcações do goiano Wilton Pereira Sampaio ditou o discurso alviverde. Faltas não marcadas, um pênalti contra, uma penalidade não assinalada em Tcheco e um impedimento no segundo gol paulista irritaram a equipe. Geralmente contido, Marcelo Oliveira chegou a atravessar todo o gramado para bradar com os responsáveis pelo apito chutando tudo o que encontrava pela frente. "Contra o Vasco [na final do ano passado] também foi assim", disse o comandante.

"É uma luta para gente conseguir uma falta. A arbitragem ajudou o Palmeiras", disparou o meia Rafinha.

O goleiro Vanderlei também considerou a jogada da penalidade como um lance normal. Porém, também cobrou eficiência. "Não adianta ser melhor, tem de criar chance e fazer. Não fizemos", disse.

Para completar os receios da equipe, o time perdeu o zagueiro Emerson para a grande final. Pendurado, o único jogador do elenco que havia disputado todas as partidas da Copa do Brasil em 2011 e 2012, levou terceiro cartão amarelo.

"É piada, infelizmente, [o juiz] inverteu algumas faltas, mas temos de ter tranquilidade e ir para nosso caldeirão lá", disse o defensor, que terá de engrossar o coro da torcida para tentar reverter o placar em casa, se apegando ao talismã do Couto Pereira. "Não acabou, não tem nada impossível", emendou Marcelo Oliveira.

Tcheco confia na força caseira para virada

O experiente Tcheco exaltou a força do Couto Pereira para garantir ânimo na sua despedida. Tom confiante apesar do abalo visível do time no segundo tempo – quando o resultado desmontou a equipe.

"A torcida vai nos dar a força de vontade. Vamos fazer gol em casa, a gente está sendo um dos times mais eficientes dentro do Couto Pereira, tanto que foi isso que nos fez brigar pela Libertadores até a última rodada do Brasileirão [de 2011]. Um jogo histórico, pela final, mas também por uma virada que nos dará o título", afirmou o meia, que fará o último jogo da carreira na decisão.

O jogo

O Coritiba dominou o primeiro tempo, mas perdeu chances claras de gol e viu o Palmeiras abrir o placar nos acréscimos com Valdívia de pênalti. Na etapa final, o time da casa melhorou e ampliou, em gol irregular. Mesmo com um jogador a mais, o Coxa não conseguiu diminuir.

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