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Paraná Clube - Eleições

Aquilino Romani sonha com novo estádio e confia na vitória

Atual vice e candidato da situação foi sabatinado pela Gazeta do Povo nesta quinta e se diz confiante: "Não entro para perder"

Aquilino Romani acredita que novo estádio pode resgatar o torcedor paranista que se perdeu | Rodolfo Bührer / Gazeta do Povo
Aquilino Romani acredita que novo estádio pode resgatar o torcedor paranista que se perdeu (Foto: Rodolfo Bührer / Gazeta do Povo)
Romani falou que o futebol de hoje em dia é refém dos empresários e acredita em patrocínios, não parcerias, para viabilizar reforços |

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Romani falou que o futebol de hoje em dia é refém dos empresários e acredita em patrocínios, não parcerias, para viabilizar reforços

Assim como entrevistou o candidato de oposição à atual diretoria do Paraná Clube, José Alves Machado, na quarta-feira (4), a Gazeta do Povo realizou uma sabatina com Aquilino Romani, atual vice-presidente e candidato da situação, nesta quinta. A conversa teve exatamente o mesmo tempo de duração da anterior (45 minutos) e o candidato pôde dar mais detalhes sobre o que pretende fazer pelo Tricolor caso seja eleito.

Algumas declarações dadas por Romani chamaram a atenção. Uma delas fala com força sobre um tema pouco explorado pelo rival: a Copa do Mundo de 2014. Para o candidato, o Paraná Clube pode participar ativamente do Mundial cedendo o seu estádio – na verdade, um novo estádio – para que seleções possam realizar seus treinos.

Segundo eles, as obras que serão feitas em toda a região central podem beneficiar o clube. Pelo projeto que ele afirma ter tomado conhecimento, a rodoferroviária, a linha férrea e a Vila das Torres seriam "tiradas" da região, o que facilitaria a construção de um novo estádio. "Tenho contato com vários empresários e pessoas interessadas em investir. Não penso pequeno, tenham certeza. Estamos trabalhando. Já falei até com a WTorre (ex-parceira do Coritiba) e oferecemos nossa estrutura e local", disse.

Romani também falou sobre a montagem de um time forte para a temporada que vem, citando sempre que o apoio da torcida será fundamental. Lamentou ver sempre "as mesmas caras" na Vila Capanema e cobrou mais presença de torcida. "Hoje os mesmos que iam ao Pinheirão são os que vão na Vila. É triste", disse.

"Nesse ano o nível técnico não foi dos melhores e não aproveitamos a grande chance que tivemos para subir. Erramos e desmontamos tudo no Paranaense, com o Paulo Comelli e Cia. Só se volta para a primeira divisão com uma boa comissão técnica, bom time e muito trabalho. Não se pode dar uma autonomia dessas para um treinador", afirmou, lembrando que o seu vice, Aramis Tissot, será o homem de futebol.

Nem por isso tocará tudo sozinho. As decisões sobre reforços, por exemplo, seriam tomada sempre por ele, Aramis, um diretor de futebol e a pessoa responsável por garantir o aporte financeiro do clube. O técnico Roberto Cavalo interessa ao clube, bem como a manutenção de alguns jogadores, principalmente aqueles vinculados à L.A. Sports.

Por fim, confiante, disse não acreditar que irá perder as eleições. "Não tenho essa preocupação. Confio na minha equipe. Não entro para perder. Gostaria muito que não houvesse bate-chapa. Se eu perder, sorte para ele. Até me coloco a disposição, mas acredito na equipe, no trabalho. Aposto no eleitor para ver quem conhece o clube, quem tem boa proposta. Conquistei uma credibilidade e agradeço a todos que me dão essa confiança. Quero trabalhar forte para que todos venham e deixem as coisas ruins para trás. Não sou a salvação, mas quero o apoio de todos para fazer a melhor gestão da história" concluiu.

Clique aqui e leia a entrevista completa com Aquilino Romani

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