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Gestão de Paulo André não emplaca reforços no Athletico; analise contratações

Paulo André já está há mais de um ano como diretor do Athletico (Foto: Albari Rosa/Arquivo/Gazeta do Povo)

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A derrota para o São Paulo, na última quarta-feira, foi a quarta consecutiva do Athletico na temporada de 2020. Os tropeços chamam a atenção dos torcedores, que pelas redes sociais já contestam algumas contratações feitas neste ano. Pressão que atinge principalmente o dirigente do Athletico, Paulo André.

Atualmente, o elenco principal do Furacão conta com 40 jogadores. Durante algumas temporadas, o clube se notabilizou por ir ao mercado e contratar jovens atletas. Entretanto, em 2020, sob o comando do ex-zagueiro Paulo André no departamento de futebol, o Rubro-Negro adotou uma nova política.

Para o comando técnico, a aposta foi em um treinador mais experiente. Dorival Júnior, 58 anos, que não havia trabalhado em 2019. O seu último clube havia sido o Flamengo, em 2018.

Imagem do corpo da matériaPaulo André comanda o departamento de futebol do Athletico. Foto: Maurício Mano/Athletico

Paulo André e Athletico apostam em atletas rodados

Na atual temporada, o departamento de futebol do Athletico apostou em atletas mais rodados. Os principais exemplos são o atacante Carlos Eduardo e o meio-campo Marquinhos Gabriel. Talvez, sejam também os mais contestados pela torcida.

Carlos Eduardo veio de empréstimo do Palmeiras - possui 13 jogos pelo Furacão e apenas dois gols marcados. Marquinhos Gabriel chegou de empréstimo do Cruzeiro. São 16 partidas e dois gols.

O volante Richard fecha o pódio dos grandes salários do Athletico. Pelo Furacão ele tem seis partidas no currículo. Entrou no decorrer em dois jogos e nos outros quatro que largou como titular acabou sendo substituído.

Imagem do corpo da matériaRichard possui um dos maiores salários da equipe. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná.

Investimento pesado

Em 2019, o Furacão trouxe o lateral-esquerdo Abner Vinícius, que estava na Ponte Preta. A contratação foi a mais cara da história do futebol paranaense na época. Já neste ano, esse posto foi tomado pelo zagueiro Felipe Aguilar, ex-Santos.

O clube pagou R$ 10 milhões para contar com 50% dos direitos econômicos do jogador de 27 anos. O defensor, entretanto, é reserva na equipe de Dorival Júnior. São apenas dois jogos realizados e um gol contra anotado.

Imagem do corpo da matériaFelipe Aguilar foi a contratação mais cara da história do Athletico. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná.

Aposta de risco

O Athletico também chegou a um acordo com o atacante Walter nesta temporada. A aposta de risco é vista como uma forma de reabilitar o jogador, reconhecido por ser um atleta de bom desempenho, mas por conviver com problemas de peso.

O atacante, de 31 anos, reestreou na derrota contra o Fluminense, no último fim de semana. Walter não disputava uma partida oficial desde 2018.

Imagem do corpo da matériaWalter voltou à ativa no último fim de semana. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná.

Outros nomes que chegaram ao CT do Caju

O departamento de futebol do Athletico fechou ainda com outros nomes já rodados do futebol nacional. São os casos do zagueiro Pedro Henrique e o atacante Geuvânio. O clube desembolsou cerca de R$ 6 milhões para contar com o defensor.

Outros atletas experientes que também desembarcaram no CT do Caju são o goleiro Jandrei, que veio de empréstimo do Genoa, da Itália, e o meio-campo Fernando Canesin, que estava no futebol belga. Os quatro atletas citados são reservas na equipe de Dorival Júnior.

Imagem do corpo da matériaPedro Henrique foi comprado em definitivo pelo Furacão. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná.

A política de revelar talentos

Como já citado acima, o Athletico ficou reconhecido nos últimos anos por revelar e vender jovens para o futebol mundial. Nesta temporada, o clube também seguiu investindo em revelações.

São os casos do zagueiro Edu, dos meias Ravanelli, Jaime Alvarado e Léo Gomes, e dos atacantes Fabinho, Guilherme Bissoli, Reinaldo, Julimar, Pedrinho e Jajá. Entre eles, os principais destaques são Guilherme Bissoli, Pedrinho e Jajá, que estão correspondendo e possuem maior número de jogos.

Imagem do corpo da matériaBissoli tem sido o homem de referência do ataque atleticano. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná.

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