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Sem Seedorf, Atlético aposta em Fernando Diniz para técnico

Treinador de 43 anos estava no Guarani e dirigiu o Paraná em 2015. Anúncio deve ocorrer nesta quarta-feira (3)

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Diniz teve passagem pelo Paraná em | Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo
Diniz teve passagem pelo Paraná em Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo
 
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Sem o plano A, o holandês Clarence Seedorf, o Atlético vai de plano B para o cargo de técnico: Fernando Diniz, 43 anos. O ex-jogador já deixou o Guarani e chega nesta quarta-feira (3) em Curitiba para tratar dos detalhes do contrato com o Furacão para, então, ser anunciado oficialmente.

O próprio Guarani anunciou a saída do treinador em seu site oficial. Segundo o clube campineiro, Diniz estava deixando a equipe para dirigir um time de “Série A do Campeonato Brasileiro”. O ex-atleta, que foi técnico do Paraná em 2015, manteve contatos com Mario Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Rubro-Negro.

Diniz chega para dirigir a equipe principal do Furacão, que não disputará o Paranaense, e comandar um trabalho ligação entre as diversas categorias do futebol do clube. Ou seja, não terá o status de manager que o Atlético ofereceu a Seedorf.

Petraglia apostava todas as fichas no acerto com o craque holandês e estava disposto a pagar salário de nível internacional para o ex-atleta. As conversas entre clube e Seedorf estavam avançadas e o ex-jogador do Botafogo estava praticamente certo com o Furacão. Entretanto, o cartola desistiu de esperar pela resposta e acertou rapidamente a vinda de Diniz.

Ex-jogador com passagens por Corinthians, Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro, o mineiro também defendeu o Paraná, em 1999. Tornou-se técnico no Votoraty, em 2009 e voltou ao Tricolor, no novo cargo, em 2015. Na carreira à beira do gramado, ficou marcado como um treinador inventivo, porém, de temperamento explosivo. Em 2017, dirigiu o Audax-SP.

Na saída da Vila Capanema, Diniz chegou a afirmar que havia sido traído. “É uma decepção gigantesca. A decepção foi pela traição. Não esperava. Em nenhum momento [a diretoria] teve uma conversa comigo minimamente neste sentido [de insatisfação com o trabalho]. Acho que fui traído”. No Paraná, o técnico teve aproveitamento de 47% dos pontos.

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