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Fórmula 1- Crise

Bruno Senna: "A Honda nunca foi a minha única porta na Fórmula 1"

Di Grassi diz que saída da montadora japonesa é lamentável para categoria

Bruno Senna garante ter outras alternativas além da Honda | Josep Lago/AFP
Bruno Senna garante ter outras alternativas além da Honda (Foto: Josep Lago/AFP)

A saída da Honda da Fórmula 1, anunciada oficialmente na madrugada desta sexta-feira (5), foi encarada com tranqüilidade por Bruno Senna, que voltaria a testar pela equipe em Jerez, neste mês. O brasileiro, maior candidato à vaga restante de piloto titular do time - a outra era de Jenson Button -, garante que o anúncio não encerrou seu sonho de estrear pela categoria em 2009.

"A Honda nunca foi a minha única porta na Fórmula 1. Continuo trabalhando em outras frentes", afirma, em entrevista ao jornal "O Globo".

De acordo com a publicação, o brasileiro teria chances de ser contratado pela STR ou pela Force India, que ainda não anunciaram seus titulares. Bruno também teria conversado com algumas equipes, exceto Renault e Ferrari, para ser piloto de testes caso não consiga uma vaga no grid.

Lucas Di Grassi, que também concorria à uma vaga na Honda, reagiu com pessimismo à notícia.

"Para quem buscava uma vaga na Fórmula 1, isso zera uma possibilidade. É lamentável. A Fórmula 1 já tem poucos carros. Se saírem dois ou quatro (a Toyota também está ameaçada) será estranho ver 18 ou 16 carros".

Segundo Di Grassi, suas chances são menores por não contar com um patrocinador para pagar por uma vaga de titular na STR, que pede "apoio financeiro" a seus candidatos.

"A STR cobra por uma vaga e ao tenho este apoio. Não sei se continuo na GP2, se tento a Fórmula Indy, a DTM (Turismo Alemão) ou uma vaga de piloto de testes na Fórmula 1", enumera.

Além de Bruno Senna e Lucas Di Grassi, o anúncio da Honda prejudicou outro brasileiro: Rubens Barrichello, que sonhava seguir na equipe na próxima temporada.

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