Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Lembra daquele jogo?

Blitz paranista no Pinheirão

Você se lembra da goleada tricolor sobre o Coritiba em 1996?

Gil Baiano e Pachequinho de olho na esfera | Arquivo /Gazeta do Povo
Gil Baiano e Pachequinho de olho na esfera (Foto: Arquivo /Gazeta do Povo)
Disputa acirrada na fácil vitória paranista |

1 de 1

Disputa acirrada na fácil vitória paranista

Coritiba e Paraná duelam neste domingo (23) pela quinta rodada do returno do Estadual. Enfrentar o Coxa no Couto Pereira tem sido um martírio para os paranistas, que não vencem na casa do adversário desde 1996. Fora do Alto da Glória também. Desde o último triunfo na vizinhança da Igreja do Perpétuo Socorro, foram 26 vitórias alviverdes, 17 tricolores e 16 empates.

Mas nem sempre foi assim. Justamente no certame de 1996, o Paraná não exibia tanta dificuldade em sobrepujar o rival. Na finalíssima da competição, venceu logo os dois jogos para não deixar dúvidas (2 a 0 e 1 a 0). E, antes disso, sapecou um 3 a 0 que é o nosso jogo da semana.

Naquela época, o Pinheirão, hoje Destrão – com todo o respeito ao novo proprietário do imóvel – ainda era palco do glorioso futebol araucariano. E foi lá no bairro do Tarumã, no gramado plantado sobre um cemitério indígena, que o Tricolor Tricolão Tricolaço e o Verdão do Alto de Tantas Glórias se pegaram no domingo dia 14 de julho.

O Paraná dependia de uma vitória para manter viva a chama do tetracampeonato e queria apagar a péssima impressão de uma goleada por 4 a 0 sofrida no clássico anterior. Por sua vez, o Coritiba já estava classificado para a decisão, sonhando com o fim de um incômodo jejum de conquistas estaduais que perdurava desde 1989.

A equipe da Vila Capanema era treinada por Antônio Lopes, o Delega, mais tarde Pato Velho, em sua primeira incursão por terras paranaenses. Os coxas-brancas tinham no banco Heron Ferreira, um dos inúmeros projetos de "novo Vanderlei Luxemburgo" surgidos no começo dos anos 90.

Bola rolando, se o primeiro tempo não tivesse existido não teria feito a menor falta. Na etapa final, no entanto, a bronca começou cedo. Aos 9 minutos, Saulo recebeu de Paulo Miranda e escolheu o canto com categoria: 1 a 0.

Em seguida, foi a vez do lateral-direito Gil Baiano arremessar a bola no ângulo do goleiro plus size Anselmo, que nada pôde fazer. E a blitz paranista ainda não tinha acabado. Aos 25 minutos, o meia João Santos – o Mestre João II, sucessor de João Antônio – realizou ótima jogada e deixou Mazinho Loyola livre para a conclusão: 3 a 0.

Você pode se interessar

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.