O presidente do Coritiba, Rogério Bacellar, viajou ontem para Brasília para renegociar a dívida que o clube tem com a Receita Federal. Cerca de 20% desse montante foi quitado na gestão anterior, mas o restante seria contemplado pela Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (LRFE), ainda em tramitação.
Em busca de patrocínio
O clube precisa fazer essa renegociação para renovar a Certidão Negativa de Débito, vencida em julho. Sem a CND é impossível firmar contratos com estatais. É o caso do patrocínio com a Caixa Econômica Federal, que termina em maio e rende R$ 6 milhões por ano ao clube. A falta de CND inviabilizou a renovação do Paraná com o banco.
Sem naming rights...
Circula desde o fim de semana na internet o que seria um anúncio de um naming rights da Arena da Baixada bancado pela TIM. O estádio se chamaria Infinity Arena, alusão a um dos planos da operadora. Oficialmente, porém, não passa de uma montagem gráfica bem feita. A TIM diz que não está se pronunciando sobre o tema e a G3 United, gestora da Arena, garante não haver naming rights vendido para o estádio.
... Mas com patrocínio
Mesmo sem ser no nome no estádio, a TIM entrará para a carta de patrocinadores do Atlético. A operadora deve pôr sua marca no número da camisa rubro-negra, como no Coritiba. Amanhã, a empresa fará uma entrevista coletiva para anunciar ações de patrocínio no futebol paranaense.
Colaboraram: André Pugliesi e Robson Martins
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