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Basquete

Com volta de Vecchi e gringos, Londrina projeta sucesso no NBB

Experiente treinador volta à cidade e, junto a seis reforços – dois deles dos EUA –, londrinenses planejam bons resultados a partir de novembro

A equipe de Londrina é puro otimismo quando o assunto é a participação na segunda edição do Novo Basquete Brasil (NBB). O torneio só começa em novembro deste ano, mas o planejamento já está a todo vapor. As mais recentes novidades foram as contratações de quatro jogadores experientes e o retorno do técnico Ênio Vecchi ao time paranaense após quatro anos.

"O nosso primeiro passo será dar maturidade à equipe, aproveitando a torcida apaixonada que tem aqui, em busca da classificação para os playoffs", afirmou Vecchi, em entrevista ao Globo Esporte. O treinador comandou o Londrina entre 1996 e 2005 e sempre foi um entusiasta do basquete na cidade. "Não sei se tirei a camisa do Londrina algum dia, falo sinceramente. Em todos os clubes que passei sempre citei o trabalho e o que aconteceu aqui, sempre guardei este amor", declarou o técnico.

Ênio Vecchi vai encontrar uma base já formada, e reforçada de quatro novos nomes. A diretoria da Associação Desportiva Londrinense (ADL), que administra o clube, contratou o ala Fernando Mineiro (Flamengo), os armadores Guilherme (Pinheiros) e Bernardo (Minas), além do pivô Adriano (Joinville). Com estes jogadores confirmados, a expectativa já é pela classificação entre os 12 mais bem colocados na primeira fase do NBB. Mas a ousadia pode ganhar um novo fôlego com mais duas caras novas.

"Estamos em contato com americanos que estão no college, aguardando uma chance na NBA. Eles têm interesse em vir e estamos aguardando o acerto com o patrocinador master para então anunciá-los", explicou o presidente do Londrina, Paulo César Chanan, à Gazeta do Povo. A relação de jogadores americanos que os londrinenses podem trazer conta com cinco nomes, porém as posições destes reforços já estão definidas – armador e pivô.

"Se eles vierem será um show mesmo para o basquete de Londrina. O nosso projeto prevê que possamos disputar o título nacional em três temporadas, então é um trabalho a longo prazo. Mas já nesta primeira participação vamos tentar alguma coisa. Vemos Flamengo, Brasília, Franca, Minas e Joinville um pouco a frente, mas os outros 11 times vão estar brigando mais ali embaixo", comentou o diretor técnico José Eduardo Vicente, o Leitinho.

Os nomes destes dois americanos devem ser anunciados no início da próxima semana, assim como o patrocinador que dará nome ao time de Londrina. "Estamos negociando com a Sercomtel e uma empresa a nível nacional. Aguardo uma resposta até sexta-feira, mas estou bem confiante que vamos fechar com uma das duas", concluiu Chanan. O aporte deste último patrocinador deverá render R$ 40 mil aos cofres da equipe londrinense. Os demais apoios e patrocínios ficam por conta do Grupo Uninter, a Rondopar, a Unimed, a Inesul e Lupelfarma.

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