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Campeão como jogador, Dunga tenta feito de conquistar título também como treinador | Valterci Santos / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Campeão como jogador, Dunga tenta feito de conquistar título também como treinador| Foto: Valterci Santos / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Quando a Copa do Mundo acabar, o time campeão será lembrado como o país de tal treinador, como é lembrado o Brasil de Felipão, a Argentina de Billardo e assim por diante. São 32 candidatos a colocar o seu nome na prancheta dos campeões do mundo.

Dois técnicos desta Copa já estiveram no alto. Marcello Lippi tenta repetir com a Itália a dose de 2006, mesmo com um time envelhecido. Carlos Alberto Parreira tem uma missão difícil: fazer a África do Sul, considerada uma zebra, campeã como fez com o Brasil em 1994. Eles podem entrar para a história como os primeiros treinadores a vencerem duas copas na função.

Dois novatos na casamata podem repetir o feito de Zagallo e Beckembauer. Diego Maradona e Dunga podem entrar na seletíssima galeria dos homens que ganharam uma Copa do Mundo tanto como jogador quanto como técnico. Maradona foi o craque da Argentina de 1986 e Dunga o capitão do Brasil de 1994. O brasileiro estreou como técnico direto na seleção e o argentino teve poucos e curtos trabalhos esparsos antes de assumir a albiceleste.

Se temos novatos, temos verdadeiros veteranos, que, assim como Parreira e Lippi, militam na profissão de treinador há muitos anos. O alemão Otto Rehhagel é o mais velho da Copa e treina a Grécia desde 2001, sendo também a pessoa que mais atuou no Campeonato Alemão somando participações como jogador e como técnico.

Outros países repetiram apostas de outras copas. São eles: México (Javier Aguirre, 2002), Uruguai (Oscar Tabaréz, 1990), França (Raymond Domenech, 2006), Coreia do Sul (Huh Jung-Moo, 1998), Argélia (Rabah Saâdane, 1986), Dinamarca (Morten Olsen, 2002), Japão (Takeshi Okada, 1998) e Itália (Marcello Lippi, 2006).

Ataque e defesa

Enquanto o veterano Otto Rehhagel coloca suas apostas no forte jogo defensivo grego, outro treinador com bagagem aposta no ataque. Marcelo Bielsa, argentino que comandou a albiceleste entre 1998 e 2004 e agora treina o Chile, apresentou um estilo de jogo destemido, num improvável 3-4-3 que ataca não importa quem seja o adversário. Promessa de jogo bonito por parte dos chilenos, apontados como o futebol mais vistoso entre os sulamericanos.

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