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Copa 2014

Para Blatter, Fifa faz justiça ao trazer a Copa para o Brasil

Dirigente lembrou que, depois de 5 títulos mundiais, é uma justiça histórica o Mundial ocorrer no país depois de 64 anos

Joseph Blatter, ao lado da apresentadora Fernanda Lima: "Já era hora da copa voltar ao Brasil" | Paulo Whitaker / Reuters
Joseph Blatter, ao lado da apresentadora Fernanda Lima: "Já era hora da copa voltar ao Brasil" (Foto: Paulo Whitaker / Reuters)

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou nesta sexta-feira (6), no início da cerimônia do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2014, na Costa do Sauipe (BA), que o Brasil voltará a abrigar um Mundial por merecimento histórico, tendo em vista a sua própria tradição de pentacampeão do mundo. O dirigente reconheceu que o país ficou muito tempo sem abrigar uma edição do evento, após ter sido sede do mesmo em 1950, e disse que a Fifa agora "faz justiça" aos brasileiros.

"Acho que já era hora que a Copa voltasse ao Brasil. No ano que vem, terão passados 64 anos da última vez que o Brasil recebeu o torneio. Neste período, o Brasil ganhou o troféu cinco vezes. Fazemos justiça a esse país no qual o futebol é um valor intrínseco. Portanto, era necessário e é bom voltar", ressaltou Blatter, ao lado da presidente da República, Dilma Rousseff, abrindo o evento desta sexta no litoral baiano.

O dirigente ainda destacou que é importante o futebol servir como forma de unir o povo brasileiro, assim como previu que este será o maior Mundial de todos os tempos. "O futebol é para fazer conexões e construir pontes. Pelo futebol, apelo à população do Brasil: através dessa Copa, unam-se. É para vocês, mas para todos os torcedores do mundo. É uma grande festa da Fifa para todo o Brasil e gostaria de agradecer aos governadores, prefeitos, por todo trabalho realizado. Estamos felizes e será uma grande Copa. Naturalmente, será a maior de todos os tempos. Aproveitem o futebol e a vida", encerrou Blatter.

O presidente da entidade máxima do futebol mundial também fez questão de pedir um minuto de silêncio antes do início da cerimônia desta sexta, em função da morte do ícone sul-africano Nelson Mandela, que morreu na última quinta, aos 95 anos de idade.

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