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Sorte

Técnico do Japão descarta superstição em jogos

Italiano Alberto Zaccheroni disse ter abandonado os "rituais" que usava há 30 anos, quando começou a carreira

Alberto Zaccheroni: "Não posso depender de rituais" | Toru Hanai/Reuters
Alberto Zaccheroni: "Não posso depender de rituais" (Foto: Toru Hanai/Reuters)

Do primeiro para o segundo tempo do empate com o México, em Fortaleza, Felipão vestiu um agasalho da seleção brasileira. A temperatura não havia caído no Castelão, era apenas superstição. "Parece que falta alguma coisa sem ele. É um amuleto", disse ao fim do jogo.

Nesta quarta-feira (18), em Natal, quando perguntado se tinha algo que fazia antes ou durante os jogos para dar sorte, Alberto Zaccheroni, técnico italiano do Japão, disse que já teve, quando iniciou a carreira nos anos 80 na Itália, mas abandonou.

"Técnicos italianos sempre são supersticiosos. Quando comecei, há 30 anos, eu tinha um ritual. Hoje não tenho mais", afirmou o treinador antes do treino de reconhecimento que sua equipe fez na Arena das Dunas, onde enfrenta a Grécia nesta quinta-feira, às 19h.

"Não posso depender de rituais, superstições, simpatias, se não eu não precisava nem assistir ao jogo. Eu foco no que os jogadores precisam fazer", completou.

Em seguida, ele contou uma das superstições que tinha no começo de carreira. "Uma era quando o time posava para aquela foto no campo antes da partida, sempre eu perdia. Eu pedi para não tirarem mais. Nunca mais perdi", disse, com sorriso no rosto.

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