
A sensação do elenco do Paraná na manhã desta quinta-feira (19), antes do treinamento no CT Racco, foi de alívio.
Após dois dias de paralisação, os funcionários da cozinha do centro de treinamentos voltaram às atividades. Com isso, os atletas tiveram a confirmação de que poderiam almoçar no local e seguir o planejamento da comissão técnica, que previa treinamentos em dois períodos.
A volta dos cozinheiros foi garantida após reunião com a diretoria na tarde de quarta-feira (18), na sede social, mediada pelo vice-presidente de futebol, Luiz Carlos Casagrande, o Casinha. "Foi apenas um mal-entendido em relação aos salários e eles já voltaram a trabalhar. Foi feito um acordo e voltaram a trabalhar numa boa. Faltou um pouco de diálogo nessa situação. Às vezes o que falta é conversar com as pessoas", elucida Casinha.
Na última terça-feira (17), funcionários da cozinha não se apresentaram para o trabalho no CT Racco. Por causa disso, elenco e comissão técnica ficaram sem almoço e acabaram liberados do treinamento que estava programado para o período da tarde.
No dia seguinte, quarta-feira (18), ainda por causa da paralisação, o clube precisou alterar a programação de treinos. A situação prejudicou os trabalhos do técnico Luciano Gusso, que admite que o cancelamento das atividades interferiu na preparação para a partida do próximo domingo (22), contra o Maringá.
"Tivemos uma semana que foi um pouco prejudicada pelo fato de não podermos treinar em dois períodos em algumas situações, algo que poderia nos ter dado uma condição melhor. Só nós sabemos o que a gente passa no dia a dia. Não somente das dificuldades, mas até mesmo do próprio lado psicológico dos atletas. Inclusive dos mais experientes acabam sentindo", revela Gusso.
Além dos problemas extracampo, a equipe tricolor precisa lidar com a complicada posição na tabela de classificação. O time ocupa atualmente a nona colocação, com quatro pontos em quatro partidas.



