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ESTÁDIO OLÍMPICO

Erro de engenharia impede uso de 65% de antigas cadeiras da Arena em Cascavel

Assentos cabem apenas na parte coberta do Estádio Olímpico. No restante do local, não há espaço suficiente

Cadeiras antigas da Arena com problema estão empilhadas no Estádio Olímpico. | Divulgação/Prefeitura de Cascavel
Cadeiras antigas da Arena com problema estão empilhadas no Estádio Olímpico. (Foto: Divulgação/Prefeitura de Cascavel)

A Prefeitura de Cascavel comprou no ano passado 10 mil cadeiras antigas da Arena da Baixada, utilizadas na casa atleticana antes da reforma realizada para a Copa do Mundo de 2014. No entanto, graças a um erro de engenharia, somente 3,5 mil assentos serão efetivamente instalados no Estádio Olímpico da cidade do Oeste paranaense. Os outros 6,5 mil - que custaram R$ 289.250,00 – não poderão ser utilizados.

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O Estádio Arnaldo Busatto passa por uma reforma geral iniciada em agosto de 2015. A expectativa era de término das obras em oito meses, mas houve atrasos. Entre as mudanças previstas no local, está a instalação de novas cadeiras.

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Em março de 2016, foi lançado um edital para a aquisição de assentos semi-novos, que seriam mais baratos. O Atlético tentou participar diretamente da licitação, mas acabou desclassificado por não ser uma pequena/micro empresa ou de pequeno porte. Porém, a empresa vencedora - Lucca Licitações - intermediou a ida das cadeiras antigas da Baixada para Cascavel. De acordo com o pregão, cada cadeira saiu para a Prefeitura por R$ 44,50.

No entanto, no momento da instalação foi notado um grande problema. As cadeiras da Arena só cabem na parte coberta do estádio. No restante da praça esportiva, as arquibancadas são menores e não comportam os assentos.

“Foi um problema no projeto do estádio, uma falha de engenharia”, admite Leonardo Mion, diretor de gestão de espaços desportivos do município.

A área não coberta do local, por enquanto, seguirá sem assentos. As 6,5 mil cadeiras que ‘sobraram’ estão empilhadas no estádio. Algumas delas, já danificadas. A solução, segundo Mion, é tentar realocar os objetos em outros espaços públicos de Cascavel. “Não podemos desperdiçar o material”, diz.

A Prefeitura corre contra o tempo para terminar a reforma no Olímpico Regional e conseguir todos os laudos de liberação. A primeira partida do Cascavel em casa no Paranaense está marcada para 1º de fevereiro, contra o Coritiba.

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