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Série B

Jogadores do Atlético reclamam do gramado do Caranguejão

Furacão terá de se acostumar com o estado ruim do gramado do Estádio Gigante do Itiberê

De casa e comando técnico novos, o Atlético deixou escapar a chance de entrar na briga pelo G-4 da Segundona do Brasileiro depois de empatar com o Goiás em 0 a 0, em Paranaguá, neste sábado (16). A falta de oportunidades de gol foi justificada por parte do grupo rubro-negro pela má qualidade do gramado do Gigante do Itiberê, estádio onde o Furacão deve mandar seus jogos até o fim da Série B.

Bastante prejudicado pelo frio, o gramado gerou reclamações que se iniciaram assim que o primeiro tempo de partida terminou. "Esse campo é muito complicado de jogar", resumiu o volante Renan Teixeira.

A precariedade do campo também foi lembrada pelo novo técnico do Rubro-Negro, Ricardo Drubscky. Para o treinador, a falta de agressividade no ataque combinada ao estado do gramado atrapalhou o time. "Não tivemos muita ofensividade e o campo também não nos ajudou", reclamou.

Outro que estreou na partida contra o Goiás, o goleiro Weverton admitiu a dificuldade de jogar no que vai ser a nova casa do Furacão. Mesmo com a preparação de cerca de 60 funcionários do Atlético para preparar o estádio, o jogador afirmou que a equipe terá que se acostumar às condições de Paranaguá. "Vamos ter que preparar nossa cabeça para jogar nesse estádio ruim", cravou.

Ainda que as reclamações tenham sido quase gerais entre o elenco, o Atlético já confirmou todas as partidas do primeiro turno da Série B no Gigante do Itiberê, no litoral do Estado.

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