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Selvageria em Joinville

Polícias de Curitiba e Rio intensificam investigação contra suspeitos da briga

Delegado em Joinville está recebendo informações de unidades responsáveis nas cidades de origem dos torcedores

Suspeitos de participação na briga da Arena Joinville estão sendo identificados por polícias de seus estados | Albari Rosa / Gazeta do Povo
Suspeitos de participação na briga da Arena Joinville estão sendo identificados por polícias de seus estados (Foto: Albari Rosa / Gazeta do Povo)

Na investigação policial, começa a engrossar a lista dos torcedores de Atlético e Vasco suspeitos de envolvimento na briga de domingo, na Arena Joinville, durante a última rodada do Campeonato Brasileiro. O delegado-chefe da Delegacia Regional de Polícia da cidade catarinense, Dirceu Silveira Júnior, disse nesta terça-feira (10) que estão chegando informações da Delegacia de Proteção ao Turista do Rio e da Delegacia de Polícia Móvel de Futebol de Curitiba sobre o caso. Para facilitar o contato, foi criado até um e-mail específico para isso (denunciajogojoinville@pc.sc.gov.br).

O responsável preferiu não divulgar mais detalhes, porque os torcedores estão sendo investigados em seus respectivos estados - "Para não atrapalhar as investigações dos colegas que tentam localizar os suspeitos, estamos trabalhando em sigilo neste primeiro momento", justificou. Segundo ele, também poderão integrar a lista os quatro torcedores (dois atleticanos e dois vascaínos) que sofreram ferimentos e foram hospitalizados depois da briga.

O estudante Willian Batista da Silva, de 19 anos, é o único dos feridos que continua hospitalizado em Joinville. Segundo o Hospital da Unimed, ele está no quarto, em recuperação e consciente - os relatos são de que lembra de tudo o que aconteceu no estádio. O quadro clínico é estável, mas ainda não está confirmado quando receberá alta.

Os três vascaínos presos em flagrante no domingo - Leone Mendes da Silva, de 23 anos, Arthur Barcelos de Lima Ferreira, de 26, e Jonathan Santos, de 29 - estão agora em prisão preventiva, após decisão da juíza da 1.ª Vara Criminal de Joinville, Karen Schubert Reimer. Existe a possibilidade de ficarem detidos até o julgamento do caso.

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