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Brasileiro

Com rodízio no elenco, Atlético desafia tabu diante do Internacional

Para evitar maior desgaste de atletas, Paulo Autuori decide poupar titulares diante do Colorado. Furacão não vence no Beira-Rio, pelo torneio, desde 1998

Jogadores do Atlético treinam no CT do Caju antes do duelo com o Internacional: time vai sofrer mudanças. | Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo
Jogadores do Atlético treinam no CT do Caju antes do duelo com o Internacional: time vai sofrer mudanças. (Foto: Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo)

O confronto com o Internacional, nesta quarta-feira (1), às 19h30, em Porto Alegre, pela quinta rodada do Brasileiro , será um teste para medir a força do elenco do Atlético . Depois de manter por quatro rodadas a base que vinha atuando desde as finais do Paranaense, o técnico Paulo Autuori vai modificar a escalação. Rodízio no plantel apoiado na decisão de minimizar o desgaste dos atletas.

O zagueiro Thiago Heleno, o lateral Sidcley e os meias Nikão e Otávio foram destacados por Autuori os mais desgastados. É pouco provável, porém, que todos sejam sacados da equipe, por falta de reposição. “Alguns têm um volume maior de jogos e não temos o tempo necessário para trabalhar, para poder recuperar. Temos alguns que jogam em posições mais exigentes, então precisamos estar atentos”, despistou.

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Uma entrada certa é a do volante Deivid, confirmado entre os titulares desde a última partida com o Figueirense. Otávio ganharia repouso, pois vem de sequência de sete jogos. Já Nikão é cotado para ceder lugar para Pablo ou até mesmo Marcos Guilherme. Por falta de opção, Sidcley e Thiago Heleno devem seguir escalados.

Segundo Autuori, as principais razões para o rodízio é manter o ritmo da equipe nas partidas e não lotar o departamento médico. “Se quisermos manter a intensidade e preservar os jogadores, temos de poupar. Uma situação clara na quantidade excessiva de jogos é a incidência de lesões.”

O treinador terá dois desafios diante do Colorado: quebrar a invencibilidade do vice-líder da competição e derrubar o tabu de quase 20 anos sem vencer o rival gaúcho no Beira-Rio, pelo Brasileiro. O último triunfo do Furacão na casa do adversário, pelo torneio, foi em 1998.

Mesmo sem utilizar força máxima, Autuori destacou a importância de surpreender os gaúchos. “Tem de acontecer com naturalidade [a quebra do tabu]. Você não tem de entrar em campo pensando nisso. Tem de entrar para ganhar. Para nós, vencer lá vai representar a confirmação de que estamos no caminho certo”, concluiu.

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