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Corinthians cumpre meta de Tite e encerra jejum com vitória magra em Joinville

Jadson comemora com os colegas único gol da partida entre Corinthians e Joinville | Fernando Remor/APP/Folhapress
Jadson comemora com os colegas único gol da partida entre Corinthians e Joinville (Foto: Fernando Remor/APP/Folhapress)

Mais do que voltar a jogar bem, o que o Corinthians precisava diante do Joinville, neste sábado (6), era acabar com o jejum de três partidas sem vitórias no Campeonato Brasileiro. Mesmo com um futebol pobre e passando sufoco nos minutos finais, o time alvinegro venceu o lanterna por 1 a 0, na Arena Joinville, em Joinville (SC), pela sexta rodada, e voltou a respirar um pouco mais aliviado.

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Se na derrota para o Grêmio, na última quarta-feira, a equipe entrou desatenta e sofreu dois gols em apenas quatro minutos, neste sábado o Corinthians conseguiu se impor no início da partida e tomou a iniciativa ao controlar a posse de bola no campo de ataque.

O problema é que o time repetiu os erros das últimas rodadas. Faltava variação de jogadas à equipe. Os laterais, por exemplo, pouco apareciam no ataque. Os atacantes Mendoza e Romero até que se movimentavam bastante, mas com a bola nos pés eram facilmente desarmados pelos zagueiros. Para piorar, os homens do meio de campo não se aproximavam dos homens de frente e a armação das jogadas era desconexa.

O gol só veio graças a uma boa jogada individual de Jadson. Aos 31 minutos, o meia recebeu na entrada da área, girou e bateu colocado, sem chances para o goleiro. Cinco minutos depois, a equipe ainda teve a chance de ampliar, mas Romero chutou para fora. Após bom passe de Renato Augusto, o paraguaio sobrou na cara do goleiro e acabou finalizando mal.

No segundo tempo, o Joinville voltou melhor. A equipe adiantou a marcação e diminuiu o campo de jogo do Corinthians. Com menos espaço para atacar, o time alvinegro se viu acuado e não teve criatividade para passar pela defesa catarinense.

O técnico Tite, então, mexeu na estrutura da equipe ao trocar o meia Renato Augusto pelo volante Ralf. O treinador reforçou a marcação no meio para bloquear as investidas do Joinville, mas a tentativa não deu certo. O Corinthians ficou “preso” na defesa e mal conseguia passar da linha do meio de campo.

Os minutos finais foram angustiantes para a torcida alvinegra. O time estava entregue, nas cordas, sem poder de reação. Apesar da valentia do Joinville, faltava qualidade à equipe catarinense, que insistia nos cruzamentos à área e, assim, facilitou o trabalho do Corinthians.

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