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Briga judicial por lanchonetes atinge torcedores no Couto Pereira

Pontos de venda de alimentos estavam fechados na partida contra o Inter por causa do processo em que o Coritiba tenta tirar a atual prestadora de serviço do estádio

A disputa judicial entre o Coritiba e a empresa que gerencia as lanchonetes do Estádio Couto Pereira chegou ao atendimento ao torcedor na última quarta-feira (29), durante a vitória de 1 a 0 sobre o Internacional. Os torcedores que iam até as lanchonetes do estádio as encontravam fechadas e o atendimento era feito em barracas improvisadas. Na Justiça, o clube tenta romper o contrato com a empresa Futebol Total para assinar um novo acordo para gerenciamento das lanchonetes com o grupo que administra os bares Os Democratas.

Em nota emitida antes da partida contra o Inter, os representantes da Futebol Total afirmavam que o Coritiba estaria impedindo o acesso de funcionários das lanchonetes ao estádio na quarta-feira. Ainda segundo a nota da empresa, a posição do clube infringiria o contrato em vigência. Na nota, a empresa ainda afirma que o fornecimento de alimentos à torcida durante a partida seria afetada.

Em nota oficial publicada em seu site nesta quinta-feira, o Coritiba confirma que os problemas da última partida são decorrentes da disputa judicial com a Futebol Total e que está realmente em um período de transição para o atendimento de uma nova prestadora de serviço. "Por esse motivo, foi realizada uma operação emergencial de serviços de alimentação e bebidas. O clube não vai se manifestar em relação ao antigo prestador de serviços por conta da ação judicial que está tramitando", informa a nota alviverde.

A nota diz ainda que o clube está gradativamente implementando mudanças nos espaços das lanchonetes. E que já na próxima partida no Couto haverá mais de 20 pontos de atendimento em todos os setores do estádio.

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