
O Coritiba encerrou a preparação para o jogo decisivo com o Joinville com apenas uma dúvida: quem substituiria Edson. Mais do que um nome, a indefinição era em torno do estilo que o time adotaria na penúltima partida da segunda fase.
Um coletivo apronto de 60 minutos no Couto Pereira encerrou os trabalhos do Coritiba para o jogo contra o JEC. As vagas de Heraldo, suspenso, e Dida, na seleção júnior, já tinham donos: Vavá e Zé Carlos. Para o lugar do outro suspenso, Edson, duas opções: Vicente e Paulinho. Com Vicente, Ênio Andrade mantinha o desenho clássico da equipe, um 4–3–3 com dois pontas. A entrada de Paulinho levava à formação de um quadrado no meio-campo, reforçando a marcação.
Seja qual for o desenho tático, a estratégia é esperar o Joinville no campo de defesa e buscar contra-ataques a partir de passes longos. Seja a partir do meia Toby, seja na ligação direta feita pelo goleiro Rafael. Outra preocupação do treinador era que os jogadores mantivessem a cabeça fria para evitar expulsões como as duas do jogo contra o Corinthians.
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