
Gil cobra escanteio pela esquerda, de pé trocado. O baixinho Edson se agiganta e sobe o suficiente para dar uma casquinha de cabeça. No segundo pau, Heraldo fuzila de esquerda com tal força que a única reação de João Leite é virar para trás e ver a bola morrer no canto esquerdo da rede. Eram 12 minutos do segundo tempo e os 33 mil coxas-brancas presentes no Couto Pereira sentiam a inédita final do Campeonato Brasileiro mais perto do que nunca.
O Coritiba que começara o campeonato trôpego e crescera com Ênio Andrade, estava a um empate da decisão. A cautela que fizera o Coxa passar pelo poderoso Corinthians e os perigosos Sport e Joinville na segunda fase foi deixada de lado. Quando Heraldo estufou a rede, o Coritiba pressionava o Galo. Depois, recuperou o estilo defesa sólida-contra-ataque rápido. Não fez o segundo gol. Mas passou ao Brasil o recado claro de que tinha futebol para ser campeão nacional.
O mundo além do futebol
O prefeito de Curitiba e coordenador municipal da campanha do PMDB, Maurício Fruet, nega a existência de qualquer caso de aliciamento na acirrada convenção para escolher o candidato do partido à sua sucessão.
Decreto da presidência da República cria o Conselho Nacional de Defesa do Consumidor, incumbido de cuidar dos direitos do consumidor brasileiro.
A popularidade do presidente argentino, Raul Alfonsín, chega a 75% graças ao programa de combate à inflação, na casa 1.128% ao ano.







