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Copa do Brasil

Estreante Celso Roth elogia organização do Coritiba

Técnico diz que time se tornará maduro quando conseguir jogar de forma igual dentro e fora de casa. Primeiro desafio pelo Brasileiro é sábado em Chapecó

Técnico Celso Roth durante a vitória do Coritiba sobre o Cene no Couto Pereira | Antonio More / Gazeta do Povo
Técnico Celso Roth durante a vitória do Coritiba sobre o Cene no Couto Pereira (Foto: Antonio More / Gazeta do Povo)

A postura do Coritiba, demonstrando organização e sem levar sustos do adversário, foi elogiada pelo estreante técnico Celso Roth após a vitória por 2 a 0 sobre o Cene (MS), na noite desta quarta-feira (16), no Couto Pereira. No comando do time há uma semana, o treinador destacou a disciplina tática, reforçando porém que ainda há vários pontos a serem evoluídos, em especial saber atacar e defender com maior inteligência. "Gostei da marcação na meia pressão no primeiro tempo, treinamos muito isso, mas esse tipo de postura exige que tenhamos uma condição física acima da média", analisou o técnico. "Um time se torna maduro quando joga em casa e fora da mesma maneira e quando defende com uma velocidade e ataca com outra, vamos evoluir nesse sentido", completou. Mesmo o Cene não sendo um time do primeiro escalão nacional, Roth apontou que era um duelo perigoso. "Jogar em casa contra uma equipe que não tem obrigação de ganhar e dominarmos o jogo inteiro mostra que estamos organizados, a equipe tem postura e equilíbrio", avaliou. No entanto, ele alertou que contra a Chapecoense, sábado, na estreia no Brasileirão, o ritmo deve ser diferente. "O jogo de hoje foi um, em Chapecó será totalmente diferente. Hoje foi mais técnico, lá é jogo de primeira e segunda bola, na disputa física, mas temos o fator psicológico que é importante", ressaltou, dando um tom mais importante à vitória desta quarta. Torcida

Em seu cartão de visitas, Roth também fez questão de sair em defesa da torcida, mesmo nos momentos em que veio cobrança das arquibancadas. "O torcedor é passional, profissionais somos nós. O jogador não pode se envolver com o que a torcida está fazendo. Nós profissionais temos de fazer a coisa correta. O torcedor pode gritar, falar, ele é passional e vai nos exigir sempre", disse.

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