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Copa do Mundo

Lippi quer ‘fazer bonito’ na Copa, mas coloca Brasil como favorito ao título

Em entrevista exclusiva, campeão do mundo de 2006 mantém porta aberta para o atacante Amauri na seleção italiana

No último confronto entre Brasil e Itália, o time de Dunga não só eliminou a Azzurra da Copa das Confederações como venceu e convenceu com o 3 a 0 em Pretória, no ano passado. A derrota ainda está na cabeça do técnico Marcello Lippi, que coloca a seleção canarinho como favorita ao título na Copa do Mundo. Mas o atual campeão mundial lembra: os italianos costumam surpreender quando a taça da Fifa está em jogo.

Em entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM, por telefone, Lippi foi enfático, de maneira curta e breve, ao apontar o principal candidato ao título na África do Sul: "O Brasil é o favorito".

Segundo o treinador, a Azzurra – que pode se igualar à seleção brasileira com cinco taças - promete manter a regularidade característica no próximo Mundial.

"A seleção italiana, como sempre, quando chega o Mundial, faz bonito. Tenho certeza que vai fazer esse ano também", garante.

A Itália estreia no dia 14 de junho, contra o Paraguai, pelo Grupo F, que também é formado por Nova Zelândia e Eslováquia. Se avançarem, brasileiros e italianos podem se enfrentar nas quartas de final. Um confronto com chances de ter um apelo especial: Amauri com a camisa azul.

O atacante da Juventus está perto de conseguir a cidadania italiana, pois depende apenas da prefeitura de Turim notificar o processo e comunicar à federação. Questionado sobre a possibilidade de convocar o brasileiro, o comandante não fechou as portas:

"Quando ele conseguir o passaporte terá os mesmos direitos que os outros jogadores italianos. Aí poderemos convocá-lo".

Na conversa, Lippi concordou com grande parte dos torcedores e apontou Lionel Messi como o melhor jogador do mundo atualmente. Mas não quis se meter em polêmica com os clubes italianos. Vencedor do scudetto em cinco oportunidades com a Juventus, o treinador saiu pela tangente quando o assunto é a crise que envolve a Velha Senhora:

"Não posso falar da Juventus, nem de outro clube. Sou técnico da seleção nacional e só falo sobre a seleção", concluiu.

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