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Brasileiro

Longe da bola de 2001, Kleberson só torce no Atletiba decisivo

Pentacampeão mundial não correspondeu às expectativas na volta ao Furacão. Afastado desde setembro, estaria chateado por não ajudar o time

Afastado desde setembro, Kleberson avisou que só falará após o Brasileiro | Antonio More/ Gazeta do Povo
Afastado desde setembro, Kleberson avisou que só falará após o Brasileiro (Foto: Antonio More/ Gazeta do Povo)
O pagador de promessas- Vale tudo para não ver o time do coração ser rebaixado no Brasileiro. Entre os atleticanos, a mania é fazer promessas. Alguns, inclusive, já estão até pagando com antecipação. O estudante John William Custódio (foto), de 17 anos, subiu ontem, de joelhos, as escadarias da Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. Tudo para o Rubro-Negro não cair de divisão. O fanático disse que a tarefa não foi fácil, mas que vale o sacrifício para ver o Furacão permanecer na Série A.

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O pagador de promessas- Vale tudo para não ver o time do coração ser rebaixado no Brasileiro. Entre os atleticanos, a mania é fazer promessas. Alguns, inclusive, já estão até pagando com antecipação. O estudante John William Custódio (foto), de 17 anos, subiu ontem, de joelhos, as escadarias da Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. Tudo para o Rubro-Negro não cair de divisão. O fanático disse que a tarefa não foi fácil, mas que vale o sacrifício para ver o Furacão permanecer na Série A.

Confira a enquete com os torcedores do Atlético e do Coritiba |

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Confira a enquete com os torcedores do Atlético e do Coritiba

Único remanescente do elenco campeão brasileiro de 2001, Kleberson acompanha a semana de Atletiba à distância. E em silêncio. Resultado de um ano tão ruim para o meia como para o Atlético.

Após sete anos longe do Fu­­racão, o Xaropinho retornou em fevereiro com status de ídolo, apesar da decadência na carreira – que acompanhou a do próprio clu­­be pelo qual foi revelado. A torcida esperava o jogador do título nacional conquistado há dez anos e da conquista da Copa do Mundo de 2002 pela seleção brasileira.

Porém, como outros ídolos que retornaram recentemente – Lu­­cas, Alex Mineiro e Claiton –, o futebol do meia de 32 anos não atingiu a expectativa, gerando idas e vindas do time titular.

Foram oito jogos pelo Para­naense, quatro pela Copa do Brasil e 18 pelo Brasileiro. Três gols e uma assistência. O último jogo ocorreu em 21 de setembro, quando entrou aos 43 minutos do segundo tempo na derrota para o Bahia fora de casa. Uma despedida melancólica.

Com uma luxação no ombro, teve de passar por cirurgia. En­­quanto se recupera no CT do Caju e vê seu contrato de empréstimo chegar ao fim, afirmou, via assessoria de imprensa, que só falará quando acabar o Brasileiro. O motivo não foi informado.

Quem acompanha o jogador de perto conta que ele lamenta estar de fora. "Está muito chateado. Até cogitou acompanhar o grupo nas viagens, para dar um apoio moral", diz Marcos Antônio e Silva, empresário e sogro do jogador.

O que resta para o Xaropinho é ser um torcedor comum. "Ele tem torcido bastante. Além disso, conversa com alguns jogadores por telefone para apoiar o time", relata Silva. Muito pouco para quem esperava o ídolo de 2001.

Ingressos

As vendas dos 3,5 mil ingressos para a torcida do Atlético começaram ontem, mas a movimentação na bilheteria da Arena foi pequena. O clube não divulgou quantas entradas foram vendidas, somente que a comercialização segue hoje e amanhã, entre 10 h e 18 h. No domingo, por motivos de segurança, as bilheterias estarão fechadas. Os tíquetes custam R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada).

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