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Torcida rubro-negra tomou conta da arquibancada da Arena no UFC 198. | André Pugliesi/Gazeta do Povo
Torcida rubro-negra tomou conta da arquibancada da Arena no UFC 198.| Foto: André Pugliesi/Gazeta do Povo

Palco do UFC em Curitiba, a Arena da Baixada viveu momentos de jogo do Atlético durante a luta do paranaense John Lineker. Por diversas vezes, ecoou pelo estádio o grito de “uh, Caldeirão”, tradicional durante as partidas do Furacão.

Torcida tem visão perfeita do UFC até da cadeira mais alta da Arena da Baixada

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Foi a única manifestação diferente dos fãs de MMA que acompanham o evento. Nos demais combates, o público entoou apenas o costumeiro “uh, vai morrer”, na tentativa de amedrontar os oponentes dos lutadores brasileiros.

O “uh, caldeirão” dos atleticanos foi mais uma amostra do orgulho que tomou conta dos torcedores do clube em ver a Baixada como sede de um evento de grande porte. Uma infinidade de sócios ou apoiadores do Atlético fizeram questão de ir para ao UFC usando camisas ou jaquetas do rubro-negro.

“Querendo ou não, vai levar o nome do clube para o mundo inteiro”, apontou o estudante Diogo Gonçalves.

Outros torcedores apontam que a realização do evento comprova a qualidade da infraestrutura do estádio e pode ser mais um passo para consolida-lo como espaço multieventos. “É a porta de entrada para outros eventos do próprio UFC e de outras modalidades. Curitiba entra para grandes calendários esportivos e o CAP faz parte disso”, avaliou o gerente comercial, Bruno Guimarães.

Os atleticanos também mencionaram o “ fortalecimento da marca” do CAP. Lembraram, por exemplo, de José Aldo ter se declarado torcedor do Atlético. “Pode ser que ele tenha tentado só fazer moral, mas tudo isso valoriza o clube, como clube grande que é”, apontou o designer Erik Ferreira.

Na sexta-feira (13), o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Mario Celso Petraglia, destacou a importância de ter o nome do clube diretamente ligado ao UFC Curitiba. O dirigente afirmou que, mesmo se o estádio fosse cedido de graça para as lutas, ainda valeria a pena para o Furacão.

“São 149 paises assistindo, 1 bilhão e 250 milhões de residências vão ver as lutas com a nossa marca. O que vale isso? Como se quantifica? Se pagasse para fazer o evento, ainda valeria. O retorno é imensurável”, exaltou Petraglia em entrevista à Rádio Transamérica.

“Querendo ou não, vai levar o nome do clube para o mundo inteiro”, apontou o estudante Diogo Gonçalves.

Outros torcedores apontam que a realização do evento comprova a qualidade da infraestrutura do estádio e pode ser mais um passo para consolida-lo como espaço multieventos. “É a porta de entrada para outros eventos do próprio UFC e de outras modalidades. Curitiba entra para grandes calendários esportivos e o CAP faz parte disso”, avaliou o gerente comercial, Bruno Guimarães.

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