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Surfe

Pai faz paranaense Jihad Kohdr superar dificuldades

Surfista esteve perto do WCT no ano passado, mas ficou de fora

O inédito título brasileiro, conquistado pelo muçulmano Jihad Kohdr, é uma volta por cima após momentos de tristeza. No ano passado, o surfista estava muito perto de conquistar uma vaga para o Circuito Mundial, o WCT, mas acabou ficando de fora por uma colocação. Foi seu pai, o senhor Kohdr, quem o apoiou.

- Durante dois meses eu não quis sair de casa. Tudo o que eu havia planejado não deu certo. Mas um dia meu pai me disse que eu tinha que acreditar. Foi muito difícil para ele chegar aqui no Brasil – diz, emocionado.

Antes de qualquer viagem, ele checa onde há mesquitas e comunidades islâmicas. E o país em que Jihad tem mais facilidade é a Indonésia.

Ele não consegue rezar as cinco vezes por dia em direção a Meca, mas todas as sextas-feiras vai a uma mesquita, esteja no Brasil ou em qualquer outro lugar.

Jihad só teve problemas pelo fato de ser muçulmano uma única vez, em 2001, logo após os atentados de 11 de setembro, quando ia para as etapas havaianas da divisão de acesso mundial (WQS).

Leia mais: GloboEsporte.com

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