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Torcida do Paraná na partida contra o Boa, no Couto Pereira. | /Hugo Harada/Gazeta do Povo
Torcida do Paraná na partida contra o Boa, no Couto Pereira.| Foto: /Hugo Harada/Gazeta do Povo

Após subir para a Série A, o Paraná praticamente triplicará a folha salarial do elenco. Enquanto na Série B deste ano, quando obteve o acesso, a folha foi de R$ 450 mil, em 2018 o Tricolor deve gastar até R$ 1,2 milhões por mês com os salários de atletas e comissão técnica.

MERCADO DA BOLA: contratações dos principais clubes

Reflexo do aumento substancial da cota de tevê que o clube receberá na elite. Se em 2017 o Paraná recebeu R$ 5,2 milhões na Segundona, no ano que vem este número saltará para pelo menos R$ 23 milhões (com base no valor pago aos times que subiram no último ano, como Atlético-GO e Avaí).

“Na verdade, a nossa folha ainda vai continuar sendo baixa em relação às outras folhas de alguns clubes, como por exemplo o Inter, que tem uma de aproximadamente R$ 9 milhões”, diz o executivo de futebol, Rodrigo Pastana.

“Temos conversado bastante com o pessoal do financeiro e do jurídico, tem também as dívidas, algumas coisas que não dá para prolongar, e a gente trabalha com o número de R$ 1 a R$1,2 milhão de folha [em 2018]”.

Pastana segue correndo atrás de reforços para o Tricolor na Série A. O primeiro nome que deve ser anunciado é o do volante Alex Santana, do Internacional. Ele já defendeu o Paraná em 2017, mas teve o retorno de empréstimo solicitado pelo Colorado. A tendência é de que dez a doze atletas cheguem para a disputa do Paranaense.

Veja a entrevista completa com Rodrigo Pastana

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