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Esquiadora se nega a competir em Sochi em protesto pela violência na Ucrânia

Bogdana Mazozka responsabilida o presidente Viktor Janukovich pelas mortes na capital Kiev

Cadáveres na calçada de Kiev: protestos contra o governo da Ucrânia levou a esquiadora Bogdana Mazozka a desistir de competir em Sochi | Maks Levin / Reuters
Cadáveres na calçada de Kiev: protestos contra o governo da Ucrânia levou a esquiadora Bogdana Mazozka a desistir de competir em Sochi (Foto: Maks Levin / Reuters)

A esquiadora alpina ucraniana Bogdana Mazozka desistiu de disputar o slalom dos Jogos Olímpicos de Sochi (Rússia), em sinal de protesto contra o governo de seu país, o qual responsabiliza pelo banho de sangue que vem ocorrendo em Kiev. Assim informou o jornal Kiev Post, que repercute os comentários na rede social Facebook de Mazozka e de seu pai.

Mazozka responsabiliza o presidente Viktor Janukovich pela violenta repressão policial, que aumentou durante as últimas semanas, e não quer continuar representando seu país em Sochi. A esquiadora não esconde sua indignação com a atuação das forças da ordem contra a oposição na praça Maidan da capital ucraniana.

"Em solidariedade com os lutadores nas barricadas da praça Maidan e como protesto pelas ações criminosas contra os manifestantes, e contra a irresponsabilidade do presidente e de seu governo, deixaremos de competir nos Jogos Olímpicos de Sochi", explicam Mazozka e seu pai em suas páginas de Facebook.

A ucraniana tinha sido 26ª na supercombinada e 27ª no supergigante, provas disputadas em Krasnaya Polyana, onde na sexta-feira acontece o slalom, a última corrida feminina de esqui alpino

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