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Rio de Janeiro larga na frente nas semifinais da Superliga

Equipe carioca vence fora de casa primeiro confronto contra o Minas

Jogadoras do Rexona-Ades/Rio de Janeiro comemoram a vitória contra o Camponesa/Minas, na segunda semifinal da Superliga. | Alexandre Arruda/CBV
Jogadoras do Rexona-Ades/Rio de Janeiro comemoram a vitória contra o Camponesa/Minas, na segunda semifinal da Superliga. (Foto: Alexandre Arruda/CBV)

Fora de casa, o Rexona-Ades/Rio de Janeiro deu um importante passo para chegar mais uma vez na final da Superliga Feminina. Na noite deste sábado (4), a equipe carioca venceu o primeiro confronto da série melhor de três da semifinal contra o Camponesa/Minas, por 3 sets a 1 (25/23, 22/25, 25/22 e 25/15), no Arena Minas. “Foi bom largar na frente. Ficamos mais confiantes para o segundo jogo. Mas sabemos que o Minas virá com tudo”, disse Natália, que foi eleita a melhor jogadora em quadra.

O jogo começou nervoso, com as duas equipes errando bastante. O Rio levou uma vantagem inicial (abriu 5 a 2). Mas o Minas, com boa atuação de Jaqueline, conseguiu empatar (7 a 7). A partir de então, os times começaram a se alternar na frente do placar. O Rio chegou a abrir 14 a 12, mas após erros de Natália e Régis, a disputa voltou a ficar igual (14 a 14). Na reta final desta primeira parcial, o Rio passou a errar menos e levou a melhor. Com Carol explorando o bloqueio, a equipe carioca abriu quatro pontos (23 a 19). O Minas ensaiou uma reação (24 a 23), mas Natália, com ataque fulminante (25 a 23) frustou as expectativas das adiversárias.

O segundo set começou equilibrado. Jaqueline continuava sendo o destaque mineiro. Do outro lado, o Rio passou a errar menos. O jogo seguiu empatado até 6 a 6. O Minas abriu mais um ponto (7 a 6). Em seguida, Régis atacou na rede (8 a 6). Após uma série eficiente de bloqueio, a equipe mineira abriu quatro pontos (11 a 7). O Rio não se encontrou em quadra. Gabi, em especial, estava mal na recepção. A equipe carioca até chegou ao empate (21 a 21), mas Minas fechou o set após ataque para fora de Gabi: 25 a 22.

O terceiro set foi o mais equilibrado do jogo. Com deixadinha de Juciely, a equipe carioca abriu 6 a 2. Em seguida, o técnico do Minas pediu tempo. Carol Gattaz cresceu no jogo e deixou o Minas a apenas um ponto do Rio em dois lances seguidos (8 a 7 e 9a 8). Em seguida, Jaqueline deixou tudo igual (9 a 9) explorando o bloqueio. O jogo seguiu empatado até 22 a 22 com as duas equipes alternando-se no placar. Após dois erros seguidos de ataque de Mari Paraiba, o Rio fechou em 25 a 22.

Mari Paraiba se redimiu no início do quarto set. Com um bloqueio eficiente, ela abriu três pontos de vantagem para sua equipe (7 a 4). O Rio, no entnato, não deixou o Minas disparar no placar. Fofão, com ataque cruzado, empatou (7 a 7). A partir de então, o Rio deslanchou. Chegou a abrir sete pontos (18 a 11). A partir daí, o Rio teve vida tranquila para confirmar essa primeira vitória na série.

Outra semifinal

No outro jogo da semifinal, realizado na manhã deste sábado, o Osasco venceu o primeiro confronto contra o Sesi-SP por 25/11, 26/24, 22/25, 20/25 e 15/10, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo. Com grande atuação de Thaísa e Albenízia, que formaram verdadeiro paredão à frente das rivais, e de Camila Brait, eleita a melhor em quadra, o Osasco se impôs na casa do Sesi e ficou a um passo da classificação. “Fizemos dois sets muito bons. Mas no terceiro e quarto sets a equipe perdeu a concentração. O importante é que nos recuperamos no quinto set”, comentou Camila Brait.

A vitória do Osasco teve sabor especial também porque interrompeu uma sequência de seis derrotas para o Sesi. Se vencer a série, o Osasco do técnico Luizomar voltará a decidir a Superliga. No ano passado, a final foi entre Sesi e o Rio de Janeiro, atual campeão. A próxima partida será na sexta-feira (dia 10) no Ginásio José Liberatti, e a vitória garantirá o Osasco na final. Se o Sesi vencer, disputará a vaga em casa, no dia 14.

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