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Um recomeço no Ecoestádio

Campeão brasileiro no Atlético e mundial no Internacional Adriano Gabiru é a referência técnica do Corinthians-PR

Adriano Gabiru -É o Capitão Átomo do Timãozinho.  Tem energia, força, velocidade e pode viajar no tempo para ajudar a equipe | Marcos de Mello
Adriano Gabiru -É o Capitão Átomo do Timãozinho. Tem energia, força, velocidade e pode viajar no tempo para ajudar a equipe (Foto: Marcos de Mello)

O Corinthians-PR joga suas esperanças em dois nomes para voltar a atormentar a vida dos grandes de Curitiba no Estadual: Amauri Knevitz e Adriano Gabiru. Experiente, Knevitz foi o último técnico que conseguiu levar um time do interior ao título estadual: o Paranavaí, em 2007. Já Gabiru foi ídolo do Atlético e autor do gol que deu ao Internacional o único troféu de campeão do mundo, em 2006.

"O Amauri é um treinador jovem, muito trabalhador e metódico", avalia Sérgio Dobjinski, coordenador de futebol do Timãozinho, que já trabalhou com Knevitz no extinto Malutrom, em 1999, quando foram campeões da Copa Tribuna, e também em 2000, quando venceram os módulos verde e branco da Copa João Havelange, equivalente à Terceira Divisão nacional.

O treinador sabe da responsabilidade. E o que precisa fazer para voltar a ganhar os minutinhos de fama, mantendo a carreira em ascensão.

"Minha vida se resume à organização. No futebol, dentro e fora de campo, isso não pode ser diferente. É preciso que a organização ande junto com o talento dos atletas para que os resultados apareçam", reflete.

"No ACP tínhamos vários bons jogadores reunidos e conseguimos montar um esquema de jogo eficaz. O regulamento também era diferente e dava mais chances para os times menores", emenda ele, conhecido por armar um forte sistema defensivo por onde passa.

O Timãozinho abriu as portas também para o meia Adriano Gabiru, de 33 anos, principal nome do elenco. "Eu estou bem, muito feliz. O importante não é mais aparecer [nacionalmente], mas jogar, jogar, jogar", revela o armador. "Não digo que posso repetir a dose de quatro anos atrás, mas dá para fazer uma boa campanha", complementa Knevitz.

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