i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Economia compartilhada

Airbnb vai abrir capital na bolsa de valores Nasdaq, em Nova York

    • Estadão conteúdo
    • 17/11/2020 10:09
    Os fundadores da empresa Brian Chesky, Joe Gebbia e Nate Blecharczyk.
    Os fundadores da empresa Brian Chesky, Joe Gebbia e Nate Blecharczyk.| Foto: Divulgação/Airbnb

    Uma das principais startups da economia compartilhada está finalmente chegando à bolsa de valores: nesta segunda-feira, 16, o Airbnb entregou o relatório com pedido para abrir capital na Nasdaq, bolsa americana conhecida por negociar ações de empresas de tecnologia. Com a previsão de usar a sigla ABNB, a companhia de hospedagem demonstrou que teve lucro de US$ 219 milhões e receita de US$ 1,34 bilhão no último trimestre.

    É uma boa amostra para os investidores, que ainda discutem se empresas da chamada economia compartilhada - como Uber, Lyft e o próprio Airbnb - são capazes de dar lucro. Segundo o Airbnb, o trimestre positivo não foi o único da empresa - ganhos também aconteceram em trimestres isolados de 2018 e 2019. No ano passado, ao todo, porém, a empresa deu prejuízo de US$ 674 milhões e faturou US$ 4,81 bilhões. Para este ano, a previsão é de faturar US$ 2,52 bilhões, em queda influenciada pela pandemia do novo coronavírus.

    A pandemia é citada pela empresa como um de seus maiores fatores de risco. "A pandemia e o impacto das ações para mitigá-la impactaram nosso negócio e vão afetá-lo ainda substancialmente, tanto em operações como no aspecto financeiro", diz o relatório. 2020 não foi um ano fácil para a empresa, que pegou empréstimos de US$ 2 bilhões e demitiu cerca de 25% de seus funcionários.

    A expectativa da empresa para os próximos meses é de buscar sua reinvenção, impulsionando viagens domésticas enquanto a vida normal não retorna. "Muita gente também transformou o home office em 'trabalhar de qualquer lugar'. Acreditamos que, nos próximos anos, as barreiras entre viagens e vida normal vão ser borradas. Nossa plataforma se adaptou a essa demanda", diz o Airbnb. No relatório, a empresa afirma que Booking, Expedia, TripAdvisor, Trivago são seus rivais, bem como cadeias de hotel como Marriott e Hilton e a gigante de tecnologia Google.

    Deixe sua opinião
    Use este espaço apenas para a comunicação de erros
    Máximo de 700 caracteres [0]

    Receba Nossas Notícias

    Receba nossas newsletters

    Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

    Receba nossas notícias no celular

    WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

    Comentários [ 0 ]

    O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.