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Eduardo Muniz, Celso Romão Lima e Luiz Alberto Schwab Junior, da VMtecnologia
Eduardo Muniz, Celso Romão Lima e Luiz Alberto Schwab Junior, da VMtecnologia| Foto: VMtecnologia/Divulgação

A empresa VMtecnologia, que presta serviços de software para o mercado de autoatendimento, divulgou um balanço sobre suas operações que reflete a transição do setor de autoatendimento. Até o início da pandemia, o setor era concentrado nas vending machines. Porém, as máquinas que se encontravam em locais empresariais ou de grande fluxo, perderam faturamento, com os aeroportos e centros empresariais vazios. No entanto, uma nova forma de autoatendimento surgiu com os Micro Markets em ambientes residenciais, aposta de muitos operadores para salvar o setor.

De acordo com os dados da VMtecnologia, a empresa apresentou um aumento de 300% nas operações em 2021 e faturou 96% a mais que em 2020. A marca, lançada em 2011 como Verti Tecnologia pelos empreendedores Eduardo Muniz, Celso Romão Lima e Luiz Alberto Schwab Junior, atendia empresas em suas salas VIPs, com controle de acesso, e as vending machines. No entanto, 10 anos depois, em meio à pandemia e a evolução do mercado, ela precisou se reinventar.

“Desde 2017 nós apostávamos em uma nova vertical de autoatendimento, mas apenas em 2021 isso se tornou realidade no volume do nosso faturamento. Os micro markets são mercadinhos autônomos, instalados normalmente dentro de condomínios residenciais ou corporativos, de baixo ou médio fluxo. O diferencial é que o sistema não conta com atendimento ou monitoramento presencial, e não precisa das vending machines, que têm um alto custo. O consumidor escolhe os produtos e efetua o pagamento através de um totem, escaneando o código de barras ou selecionando o produto em um aplicativo”, inicia o cofundador, Celso Romão.

A tecnologia é a principal ferramenta para que um mercado autônomo funcione corretamente e é através de sistemas de gestão e monitoramento online onde tudo acontece. O CEO, Eduardo Muniz, conta que foi em uma feira que eles perceberam que as opções de soluções em tecnologia para vending machines não estavam adequadas ao sistema de pagamento do país. E foi a partir daí que surgiu a VMpay, plataforma que engloba telemetria e soluções de pagamentos que conversam com o sistema brasileiro.

Este insight fez com que a empresa entrasse no mercado de autoatendimento e desenvolvesse em seu sistema uma das mais seguras opções de auto pagamento. E, ao se manter sempre de olho nas tendências, apresentou crescimento significativo nos números de operações e faturamento. Mesmo em meio a pandemia, ela chega ao último mês do ano com quase 600 clientes em todo o país, incluindo nomes como Mastercard, Roda Conveniência e GranCoffee.

De acordo com Eduardo Muniz, “o hábito de consumo do público mudou com a Covid-19: quanto menos contato com possíveis transmissores do vírus e menos necessidade de sair de seu ambiente, melhor. Além disso, o potencial cliente que estava acostumado a consumir em vending machines e ‘se auto-atender’ nos ambientes corporativos passou a estar em home office e não tinha resistência em consumir nesse modelo”.

Para o futuro, a VMtecnologia já está desenvolvendo uma nova solução para o mercado de autoatendimento em lavanderias e outras vertentes. A expectativa é de multiplicar os resultados obtidos este ano em 2022.

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