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Augusto Lins, presidente da Stone — startup que recebeu o maior investimento do Brasil em agosto.
Augusto Lins, presidente da Stone — startup que recebeu o maior investimento do Brasil em agosto.| Foto: Divulgação

O mês de agosto se provou um período aquecido para os investimentos de risco, tendo concentrado R$ 10,79 bilhões investidos em startups brasileiras, divididos em 36 aportes e 22 processos de fusões e aquisições (conhecidos como M&As) — em julho, foram R$ 560 milhões. É o que mostra o estudo Brazil startups activity report, realizado mensalmente pela Sling Hub.

O setor que concentrou o maior número de aportes são as fintechs, com 22,2% do total, seguida pelas healthtechs (11,1%) e retailtechs (8,3%).

| Reprodução/Sling Hub

Dentre as aquisições, a pesquisa destaca mais três empresas compradas pela varejista Magazine Luiza — Canaltech, Inloco e Stoq —, totalizando cinco adquiridas só em 2020, em um movimento que especialistas apontam como um passo em direção a se tornar um superapp. Já dentre os aportes, o estudo aponta o fundo Canary como um dos expoentes, tendo feito quatro investimentos no mês, destinados às startups CombuData, Kestraa, Jestor e Caju.

Outro destaque do estudo é que o estado do Rio de Janeiro superou São Paulo em total investido: são R$ 8,2 bilhões obtidos por cinco startups fluminenses versus R$ 2,56 bilhões por 19 startups paulistas. Isso se dá principalmente pelo investimento de US$ 1,495 bilhão recebido pela carioca Stone — o maior realizado no período. O segundo maior do período foi o da paulista NuBank, arrecadando US$ 300 milhões.

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