Luciano Tavares, CEO da Magnetis, escreveu a carta aberta que já reúne mais de 700 assinaturas.
Luciano Tavares, CEO da Magnetis, escreveu a carta aberta que já reúne mais de 700 assinaturas.| Foto: Divulgação

Em tempos de pandemia, empresas estão se unindo para criar ações para ajudar a conter o coronavírus. Iniciado nos Estados Unidos, o movimento #StopTheSpread reuniu mais de 400 CEOs que se comprometem a adotar medidas de ajuda ao controle da propagação do coronavírus, além de tentar minimizar seus impactos econômicos.

No Brasil, o movimento também ganhou forma. A carta aberta com o manifesto do movimento já reuniu mais de 700 assinaturas de líderes de empresas, e é encabeçada pela Magnetis, empresa especializada na consultoria de investimentos, em parceria com a Endeavor, instituição de apoio ao empreendedorismo.

Entre os compromissos das empresas está adotar o home office, apoiar os fornecedores autônomos e profissionais não registrados, cancelando o mínimo de contratos possíveis além de promover medidas de higiene e cancelar eventos e reuniões.

Assinaram a carta líderes de pequenas e grandes empresas, como Conta Azul, Redpoint eventures e Neon. Com a responsabilidade para a não propagação do vírus nas mãos de toda a sociedade, a ideia da iniciativa é que os líderes das empresas adotem todas as medidas viáveis, cada um na realidade do seu negócio.

Segundo Luciano Tavares, CEO da Magnetis e autor do manifesto, é importante que as empresas façam o que tiver ao alcance delas para reduzir os impactos do coronavírus. “A carta está aberta para todos que quiserem possam assinar e assumir o compromisso. A ideia é que os empresários apoiem o máximo possível, respeitando a capacidade financeira e o contexto de cada empresa para fazer isso.” afirma Luciano. A Endeavor também publica diariamente instruções sobre como passar pela crise.

Ainda de acordo com o CEO, é importante adotar agora medidas mais enérgicas para que o Covid-19 deixe de se alastrar com tanta rapidez. Para isso, a responsabilidade é compartilhada entre governantes, empresários e toda a sociedade civil.

“Temos que tomar medidas enérgicas de combate para voltar à normalidade o mais rápido possível”, relata. O últimos dados divulgados sobre a disseminação do vírus no Brasil, mostra 2.433 casos confirmados e 57 mortes.

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