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O primeira loja autônoma de Curitiba será inaugurada  nesta terça-feira (7).
O primeira loja autônoma de Curitiba será inaugurada nesta terça-feira (7).| Foto: Divulgação

Já pensou em entrar no mercado, pegar os produtos que precisa e ir embora sem precisar esperar a fila do caixa ou a demora com a máquina de cartão? A startup paulista Onii está inaugurando nesta terça-feira (7) a primeira loja autônoma em um condomínio residencial de Curitiba. O sistema permite que os moradores façam compras na conveniência que fica dentro do próprio condomínio e paguem pelo aplicativo sem precisar do intermédio de entregadores ou caixas.

Entre os produtos disponíveis na conveniência autônoma estão alimentos, bebidas e itens de limpeza, além de produtos de comerciantes locais.

Na primeira loja da cidade, localizada no bairro Lindóia, os moradores do condomínio têm o acesso liberado no espaço através de um QR Code gerado pelo aplicativo, que também é a plataforma pela qual o usuário escaneia os códigos de barras dos produtos comprados para creditar a compra no cartão de sua preferência.

Segundo Ricardo Podval, fundador da Onii, a loja foi criada com conceito de honest market, que se baseia na relação de confiança entre o cliente e o vendedor e que já é utilizado por grandes empresas, como a Amazon.

"O objetivo é que a conveniência seja acessível a qualquer tipo de condomínio, trazendo a experiência de uma compra moderna, em um modelo atual e aproximando as marcas do cliente. Além da possibilidade de pessoas que moram no próprio condomínio gerenciar o negócio com conforto e comodidade", afirma Ricardo.

A startup inaugurou a primeira conveniência em São Carlos (SP) em 2019, obtendo um faturamento de R$ 15 mil em um mês. A previsão é que até o final do ano sejam instaladas 200 lojas pelo Brasil, além da primeira conveniência autônoma do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.  “Nosso projeto é levar a conveniência como uma extensão da geladeira dos moradores”, conta o fundador.

O morador também pode ser o "dono" do negócio

A instalação da loja é custeada pela startup, mas o morador do condomínio pode fazer a gestão de reposição e estoque e receber até 90% do faturamento. A proposta é voltada para quem precisa de complementação de renda, principalmente neste período de crise.

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