Novo prêmio de design dá bolsas de estudo no exterior e prêmio de R$ 5 mil

Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin é voltado para estudantes universitários e tem "compartilhar" como primeira temática. 20 finalistas ganharão R$ 5 mil desenvolver protótipo, dos quais 3 levam bolsas de estudos em cursos de design

Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Foto: Nelson Kon/Divulgação

Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Foto: Nelson Kon/Divulgação

por HAUS

31/05/2018

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Depois de já ter emplacado duas importantes premiações nacionais nas áreas de arquitetura e artes plásticas, o Instituto Tomie Ohtake parte pela primeira vez para o design. Realizado em parceria com a Leroy Merlin, o prêmio é voltado a estudantes universitários de todas as áreas, desde que sigam a proposta da edição.

O Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin tem como primeiro tema o motecompartilhar“. Uma série de palestras com especialistas será realizada para apresentação da proposta e debate do tema. Entre os nomes confirmados estão o designer e vencedor do Prêmio Jabuti nas categorias capa e projeto gráfico Gustavo Piqueira e o designer gráfico Celso Longo.

Após a entrega dos projetos, o Instituto seleciona 20 finalistas, que recebem R$ 5 mil cada para execução do protótipo. Os finalistas também integram uma exposição com os produtos finais, ocasião em que serão anunciados os três vencedores, que ganham bolsas de estudo em cursos de design no exterior.

Inscrições para o prêmio vão de 6 de junho a 25 de julho. Foto: divulgação

As inscrições para o prêmio vão de 6 de junho a 22 de julho e deverão ser feitas diretamente no site do instituto. Podem participar estudantes universitários ou formados há até dois anos.”

“Compartilhar”

Priscyla Gomes, do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake, explica que o tema proposto para a primeira edição foi escolhido pela sua pluralidade de interpretações. “[O tema] vem ganhando diferentes ênfases no que tange a necessidade de uso de nossos espaços, sejam eles urbanos ou de menor escala; ao aproveitamento e reutilização de nossos recursos, em sinergia direta com programas de sustentabilidade; ao uso cada vez mais frequente de plataformas e softwares online que permeiam nosso cotidiano”, declara.

O instituto afirma que, a cada ano, a proposta pretende instigar a discussão sobre o cenário social, político, urbano e habitacional brasileiros, dentre outras áreas importantes para o contexto.

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