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Tiny House em Fayetteville, Estados Unidos, que foi ao ar no episódio 7 da 4ª temporada da série "Movimento Tiny House". Foto: Don Shreve/Shreve Imaging
Tiny House em Fayetteville, Estados Unidos, que foi ao ar no episódio 7 da 4ª temporada da série "Movimento Tiny House". Foto: Don Shreve/Shreve Imaging| Foto:

Seja por estilo de vida, seja por corte de gastos, o fato é que a fama das tiny houses — casas com tamanho médio entre 10 m² e 40 m² — caíram no gosto de muitos. Segundo a organização norte-americana Tiny House Society, esse boom aconteceu a partir de 2015 e tem se tornado uma opção consideravelmente mais em conta para morar: enquanto casas regulares custam em média US$ 272 mil (cerca de R$ 1,05 milhão), tiny houses saem por US$ 46,3 mil (R$ 179,3 mil).

Foto: divulgação
Foto: divulgação

Apesar do desafio de morar em um espaço mínimo, novos projetos mostram que é totalmente possível encaixar a vida nos cantinhos na nova casa. E é justamente essa a premissa da nova série da Netflix, “Movimento Tiny House”. Com formato de reality show, o apresentador John Weisbarth e o consultor/construtor Zack Giffin saem pelos Estados Unidos ajudando novos adeptos a construírem a tiny house dos sonhos a partir de projetos totalmente personalizados.

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Interiores das tiny houses sempre são adaptados segundo o estilo de vida dos moradores. Foto: Don Shreve/Shreve Imaging
Interiores das tiny houses sempre são adaptados segundo o estilo de vida dos moradores. Foto: Don Shreve/Shreve Imaging

O processo de construção acontece em duas frentes: enquanto Zack constrói a casa, John procura adaptar os moradores ao novo estilo de vida, incentivando a levar apenas o que é estritamente essencial —  o que se prova como uma tarefa árdua. O episódio também acompanha a mudança e a adaptação dos moradores ao novo estilo de vida após algumas semanas.

Lançada na plataforma em 2019, a primeira temporada tem sete episódios, cada um com 41 minutos de duração.

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Quais as vantagens de viver em uma tiny house?

Os dados da Tiny House Society mostram que, financeiramente, morar em uma tiny house é extremamente saudável. A instituição mostra que, 89% dos adeptos do movimento têm menos dívida de cartão de crédito do que a média norte-americana, e 55% têm mais poupanças no banco do que o proprietário médio. Outra vantagem é com relação à limpeza, que fica facilitada pelo espaço reduzido.

Os números são relativos aos Estados Unidos, mas os benefícios se estendem para qualquer país. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o movimento de tiny houses, mas exemplos de projetos já despontam e chamam atenção.

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