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Novas exposições do Masp resgatam mulheres esquecidas pela história

  • PorGazeta do Povo
  • 21/08/2019 14:30
"On the Terrace", por  Paule Gobillard, 1900. Da
Private Collection Boston.
Crédito: Cortesia Guarisco Gallery, Washington, D.C
"On the Terrace", por Paule Gobillard, 1900. Da Private Collection Boston. Crédito: Cortesia Guarisco Gallery, Washington, D.C| Foto:

O Museu de Arte de São Paulo acertou a mão no eixo curatorial de 2019. Depois de bater seu recorde de público com a exposição “Tarsila Popular” — com impressionantes 402 mil visitantes em três meses de mostra —, as mulheres continuam em pauta com as duas novas exposições. Ambas abrem no dia 22 de agosto e ficam até 19 de novembro.

A mostra “Histórias das mulheres: artistas antes de 1900” traz narrativas reais, ficcionais, pessoais e documentais de mulheres artistas de diversos países que viveram até o final do século 19, com obras que trazem uma perspectiva das desigualdades entre homens e mulheres. Além de pinturas, uma série de têxteis também vão integrar a mostra.

"Portrait of a Lady", Angelica Kauffmann, cerca de 1775. Crédito: Tate, London 2019/divulgação
"Portrait of a Lady", Angelica Kauffmann, cerca de 1775. Crédito: Tate, London 2019/divulgação| Tate / Tate Images

“O fato de essas obras se encontrarem, em sua maior parte, guardadas nas reservas dos museus diz muito sobre as políticas desiguais e de subalternidade existentes no interior do mundo e do sistema das artes, dominados por figuras masculinas, em todas as instâncias”, destaca Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias e narrativas do Masp que assina a curadoria da exposição junto de Mariana Leme, curadora assistente do Masp e Julia Bryan-Wilson, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea do museu.

Já a segunda exposição trabalha com a era pós anos 2000. A mostra “Histórias feministas: artistas depois de 2000” serve como um contraponto à “História das Mulheres”, mostrando o que há de mais novo elaborado por elas. No contexto contemporâneo, em que as pluralidades ganham força dentro do feminismo, a mostra busca abarcar essa intersecção, trazendo temáticas como classe, raça, etnia, geração, região, sexualidade e corporalidade.

"Admiring Polvo de Gallina Negra, Mistresses of Feminist Art", Kaj Osteroth & Lydia Hamann, 
2016. Crédito: Smina Bluth
"Admiring Polvo de Gallina Negra, Mistresses of Feminist Art", Kaj Osteroth & Lydia Hamann, 2016. Crédito: Smina Bluth

“A ideia não é mapear a produção de artistas a partir de um recorte geracional, mas entender como os feminismos vêm sendo utilizados como ferramentas para desmantelar narrativas e transformar a maneira como algumas histórias vêm sendo escritas. A mostra reúne artistas que têm e não têm o feminismo como questão central de sua obra, mas que, de alguma maneira, abordam assuntos urgentes a partir de perspectivas feministas”, esclarece Isabella Rjeille, curadora da exposição.

Serviço:

Exposições “Histórias das mulheres: artistas antes de 1900” e “Histórias feministas: artistas depois de 2000”.
De 23 de agosto a 17 de novembro de 2019. Abertura em 22 de agosto, às 20h.
Endereço: Avenida Paulista, 1578, São Paulo.
De quarta a domingo, das 10h às 18h; gratuito nas terças-feiras.
Ingressos: R$ 40 (entrada); R$ 20 (meia-entrada).

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