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Foto: Marcelo Andrade.
Foto: Marcelo Andrade.| Foto: Gazeta do Povo

A partir deste sábado (1º de julho), as lâmpadas incandescentes acima de 25 W não poderão mais ser comercializadas no país. A restrição da venda já estava em vigor desde o mesmo período do ano passado, mas foi concedido aos comerciantes um prazo para que se adequassem antes do início da fiscalização, que começa em julho de 2017.

Assim, o único modelo incandescente que o consumidor poderá encontrar nos grandes varejistas e lojas especializadas é o de 15 W, geralmente utilizado em abajures e geladeiras.

Foto: Marcelo Andrade.
Foto: Marcelo Andrade.| Gazeta do Povo

A proibição da comercialização das lâmpadas incandescentes, que marcaram época nas casas brasileiras, responde à Portaria Interministerial 1.007, de 2010, que estabeleceu limites mínimos de eficiência luminosa para a fabricação e comercialização das lâmpadas. O objetivo era o de incentivar sua substituição por modelos mais econômicos, como os de LED.

Calendário

Para isso, a portaria definiu datas para que os modelos que não respondessem ao desempenho desejado deixassem de ser produzidos e comercializados. O calendário teve início em 2012, com a retirada do mercado das lâmpadas com potência igual ou superior a 150 W. No ano seguinte, foi a vez dos modelos entre 60 W e 100 W deixarem de ser comercializados. As lâmpadas de 40 W e 60 W saíram das prateleiras em 2014. Em julho de 2016, os últimos modelos listados, com potência acima dos 25 W, tiveram sua comercialização proibida, fato que será fiscalizado a partir de agora.

Além de não contribuir para a economia da energia elétrica no país, o comerciante que for flagrado vendendo lâmpadas incandescentes com potência superior a 25 W está sujeito à multa, cujo valor varia de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.

Substituição

A troca das lâmpadas incandescentes não deverá ser traumática para o consumidor, que já encontrou no LED um substituto à altura dos modelos com filamento. Adriana Sypniewski, diretora comercial da Grey House Iluminação, conta que é comum os clientes chegarem à loja com a lâmpada incandescente na mão em busca de um modelo LED com o mesmo encaixe e eficiência luminosa.

30 de Junho é a data do fim da produção da lampada incandescente no Brasil. Na foto lampadas de led e incadescente na loja Luna Luce
30 de Junho é a data do fim da produção da lampada incandescente no Brasil. Na foto lampadas de led e incadescente na loja Luna Luce| Gazeta do Povo

“Quando a troca começou, há alguns anos, as pessoas tinham certo preconceito com o LED, que tinha uma luz muito branca. Hoje você não vê isso, pois ele foi muito aprimorado e traz peças com o mesmo brilho e fluxo luminoso das incandescentes”, explica.

Até o formato “bulbo” das lâmpadas incandescentes já foi imitado pelo LED, o que permite uma troca com o mesmo efeito estético, além de luminoso.

“As lâmpadas LED estão mais eficientes em fluxo luminoso, mas também em consumo de energia, devido à alta tecnologia que os fabricantes vêm desenvolvendo para aprimorá-las cada vez mais” destaca Adriana.

Confira na tabela a comparação entre o desempenho das lâmpadas incandescentes com os modelos LED, halógenos e fluorescentes.

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