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Exposição

Projeto experimental de museu paranaense propõe DIY artístico na quarentena

  • PorSharon Abdalla
  • 16/07/2020 15:00
Imagem: Divulgação/ICI
Imagem: Divulgação/ICI| Foto:

Compras, trabalho, vivências artísticas. Todas as esferas da vida cotidiana foram afetadas pela pandemia da Covid-19, o que, para muitos de seus provedores, significou um convite à reinvenção. É o caso do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), que apresenta o "Do It (home)" - Faça em casa, em tradução livre -, um projeto experimental de exposição internacional que, mais do que divulgar obras e artistas já reconhecidos, convida a todos a encontrar e libertar o artista que existe dentro de cada um.

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Originalmente, o "Do It" foi concebido pelo curador suíço Hans Ulrich Obrist, juntamente com os artistas franceses Christian Boltanksi e Bertrand Lavier, e baseado inteiramente nas instruções de um grupo de criadores, que poderiam ser seguidas por qualquer pessoa para criar obras temporárias durante o período de uma exposição. A versão "home", produzida pelo Independent Curators International (ICI), de Nova York (EUA), tem o mesmo conceito como base e conta com a participação de mais de 30 instituições pelo mundo, sendo o MAC-PR a primeira no Brasil.

Entre os artistas que participam com instruções do projeto, or sua vez, estão grandes nomes da arte contemporânea internacional, como Etel Adnan, Sophia Al Maria, Uri Aran, Arca, Nairy Baghramian, Christian Boltanski, Meriem Bennani, Geta Bratescu, Critical Art Ensemble, Jimmie Durham, Torkwase Dyson, Tracey Emin, Simone Forti, Liam Gillick, Joseph Grigely, Shilpa Gupta, Koo Jeong-A, David Lamelas, Lynn Hershman Leeson, Lucy R. Lippard, Cildo Meireles, Jonas Mekas, Albert Oehlen, Precious Okoyomon, Füsun Onur, Christodoulos Panayiotou, Philippe Parreno, Thao Nguyen Phan, Marjetica Potrc, Raqs Media Collective, Pascale Marthine Tayou, e Carrie Mae Weems.

Como funciona?

Desde o último dia 13 de julho, e até 5 de setembro, o MAC-PR disponibilizará em seu perfil no Instagram (semanalmente) e no site do museu as instruções dadas pelos artistas para que você possa, em casa, criar a sua obra de arte contemporânea. E elas vão desde orientações mais racionais, como dispor 81 pequenos quadrados sobre uma folha de papel e colori-los com giz de cera de diferentes cores, seguindo uma ordem pré-estabelecida, até provocações que remetem às sensações provocadas por determinadas atitudes, como se sentar de costas para a natureza.

"Para os artistas que fazem parte deste projeto, o convite, a proposição artística para outras pessoas é, também, uma obra de arte. Neste momento, no qual a maioria das pessoas está em casa, com crianças e adolescentes, [o projeto traz] as experiências artísticas para dentro [dos espaços domésticos] e propõe exposições diferentes das habituais", pontua Ana Rocha, diretora do MAC-PR, responsável por trazer o projeto para o Brasil.

Aos que se aventurarem na produção de sua obra, a dica é permitir-se. Neste sentido, vale seguir à risca as instruções dos artistas ou ser mais maleável em relação a elas e, até mesmo, mesclá-las na busca por uma expressão particular.

Depois de finalizada a obra, o convite do MAC-PR é para que os artistas compartilhem seus trabalhos via mensagem privada pelas redes sociais e site do museu, marcando o MAC-PR em suas publicações pessoais ou compartilhando-as com as hashtags do projeto Do It (home): #doithome e #doithomemac. Aos finais de semana elas serão compartilhadas pelo museu, em uma espécie de exposição digital.

"A gente se vê longe dos shoppings, praticamente não usando carro... Consegue perceber que pode ficar sem um monte de coisas, mas que a cultura tem um papel fundamental para que possamos exercer nosso papel coletivo de estar isolado. Também é uma forma de alimentar o público com mais opções artísticas dentro de casa", completa Ana.

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