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Foto: Gerhard Waller/Esalq/Reprodução
Foto: Gerhard Waller/Esalq/Reprodução| Foto:

É uma realidade: o uso do plástico está com os dias contados. E a substituição dele por materiais menos poluentes e mais sustentáveis aparece por meio de diversas matérias-primas, sendo a mais recente delas a mandioca, a partir de uma pesquisa com DNA brasileiro.

Engenheiros da Universidade de São Paulo (USP) divulgaram nesta quarta-feira (22) a criação de um novo tipo de plástico biodegradável feito a partir do tubérculo, que passaria facilmente como um plástico de origem fóssil por olhos mais desatentos. Transparente e resistente, o material foi desenvolvido em parceria por duas unidades da universidade, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e a Escola Politécnica (Poli), e já teve sua patente requerida para que a tecnologia possa ser repassada à indústria.

Foto: Gerhard Waller/Esalq/Reprodução
Foto: Gerhard Waller/Esalq/Reprodução| Gerhard Waller

A resistência do material, por sua vez, é potencializada pela técnica desenvolvida pelos pesquisadores, que utiliza gás ozônio (ou ozonização) para processar e modificar o amido, tornando suas propriedades melhores do que as do plástico que utiliza apenas amido “nativo”.

“As aplicações [do plástico] são inúmeras, já que embalagens mais resistentes e transparentes são desejáveis em grande parte das aplicações”, diz em nota a pesquisadora boliviana Carla Ivonne La Fuente Arias, engenheira química e de alimentos que integra a pesquisa.

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