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Frases da semana: “Hoje eu sou uma madrinha que defende a vida, que protege a vida”
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“Hoje eu sou uma madrinha que defende a vida, que protege a vida. As mulheres que querem fazer aborto, eu corro atrás para não fazerem" – Cássia Kis, atriz. Geralmente as frases da semana trazem bobagens ditas por esquerdistas, mas achamos por bem começar hoje com o surpreendente, corajoso e emocionante discurso pró-vida de Cássia Kis no programa da Fátima Bernardes. Uma dica para os artistas que tanto gostam posar de rebeldes: atualmente isso é rebeldia autêntica, ir verdadeiramente contra a corrente progressista que tomou conta do mundo artístico. O resto é perfumaria. Agora voltamos à programação normal.

"Adolfo, o novo ministro de Bolsonaro. Adolfo, cara... Adolfo. Que escolha infeliz para um nome pós segunda guerra". – Gabriela Biló, fotojornalista e sommelier de nomes, comentando sobre o novo ministro de Minas e Energia do governo. Será que Adolfo Pérez Esquivel, amicíssimo de Lula, desgosta do próprio nome? Será que o judeu Adolpho Bloch se ressentia de ser xará austríaco de bigodinho ridículo? A moça apagou o tuíte, mas, como se diz por aí, o print é eterno.

“Quando foi que o Dória virou João? João, pra mim, é João Gilberto, João Donato, João Cabral, João Saldanha. Dória não tem direito de usar um nome tão nobre e tão popular, ao mesmo tempo. Dória é Doriana: sorriso de anúncio de margarina” - Leoni, ex-Kid Abelha. Parece que analisar o nome das pessoas é a nova tendência entre os esquerdistas. Daqui a pouco é bem capaz de alguém se sair com uma exaltação ao “nome” Lula.

“A Universidade George Washington tem que mudar de nome” – Caleb François, estudante, em artigo bocó para o Washington Post, defendendo a mudança de nome porque o ex-presidente dos EUA e pai fundador da nação não era woke o suficiente lá no século 18. Até aí, ok, hoje em dia esse tipo de disparate está em voga. Mas será que o editor que publicou essa bobagem não atentou para o nome do próprio jornal?

“Fiquei sabendo que estão tentando emplacar ‘femenagem’ como contraponto a ‘homenagem’ e ‘ovulário’ em vez de ‘seminário’. Dei um Google nisso e bateu um putz desânimo. É isso, galera. Vamos falar de modo cada vez mais ridículo, intrincado e incompreensível pro resto da sociedade” – Juliana Cunha, professora e literata, mostrando que até os militantes já se cansaram de tanta lacração.

"Cada real investido no audiovisual paulistano gera mais de R$20, diz estudo" – Folha de S. Paulo, jornal que descobriu o segredo que os alquimistas vêm buscando há séculos. Basta então investir todo o PIB do Brasil em audiovisual paulistano que vamos nos tornar uma potência econômica maior do que os Estados Unidos e a China. Como é que ninguém pensou nisso antes?!

“Em vez de golpe com militares, não se descarta instabilidade com bolsonaristas armados nas ruas” - Eliane Cantanhêde, jornalista e analista política. Nas horas vagas, é pitonisa e cosplayer de Nostradamus.

"Sou contra Bolsonaro” – Walter Casagrande, ex-jogador e comentarista, para a surpresa de absolutamente ninguém.

"Este momento nos compele a um voto radical no primeiro turno" - Rita von Hunty, drag queen influenciador de extrema-esquerda que sugeriu a seu séquito que não votasse em Lula porque o ex-presidiário não é radical o suficiente. Bastou ir contra Lula que foi cancelada pelos petistas nas redes sociais, onde até lembraram que Rita é um "branco privilegiado" (Rita von Hunty é o pseudônimo do professor Guilherme Pereira).

"Artistas independentes sempre tiveram vida difícil no Brasil, mas parece que as coisas estão piores. Imagine um país onde talentos como Thiago Pethit, Karina Buhr e Luiza Lian não têm condições de desenvolver seu trabalho artístico" - Camilo Rocha, jornalista e DJ. Mas a pergunta que não quer calar é: quem são essas pessoas?! E por que deveríamos incentivar a "arte" delas?!

"Parem de tentar privatizar as nossas empresas" - Lula, ex-presidiário. Tá certo que o pessoal do PT colocou no bolso parte das estatais, mas isso ainda não te dá o direito, Lula, de dizer que elas são "nossas".

"Pessoal, antes de começarmos, gostaria de fazer aqui um escurecimento ou esclarecimento..." — petista anônima, durante a cerimônia de lançamento da pré-candidatura de Lula. Vou esclarecer aqui: quem fala assim não bate muito bem da cachola.

"Os que dizem que a extrema direita dá de goleada na esquerda na internet, não revelam que a grande maioria dos disparos deles são feitos por robôs. Ao que a esquerda nunca apelará. Somos militantes de carne e osso, de coração, de caráter e de convicções" — Emir Sader, cientista político e petista de quatro costados. Emir se esquece, ou finge que esqueceu, do famoso MAV (Mobilização em Ambientes Virtuais), uma espécie de milícia virtual do PT criada em um congresso do partido com o objetivo de atacar os adversários na internet.

"Eu, com 76 anos, não estou nervoso. Tanto que vou até casar! Quem está nervoso é quem me prendeu e mentiu para a sociedade brasileira. O Brasil precisa de amor, de carinho" — Lula, ex-presidiário. Uma mão na Petrobras e a outra no carinho.

"O Brasil piorou, pela primeira vez na história do Brasil comemos mais ultraprocessados do que comida fresca. Temos 220 milhões de hectares com soja e pastagens e 1.8 milhões [sic] de hectares de arroz. Além da guerra e da pandemia a comida cara é uma decisão política". — Paola Carosella, chef de cozinha e influencer gastronômica, especialista em abobrinhas. Repare que ela está reclamando do excesso de comida. Esses esquerdistas e seu fetiche da fome deveriam ser estudados.

“A extrema-direita tem dinheiro - é fato. Ladrão que rouba bilhão vira capa de revista” – Malu Aires, que se define apenas como “artista”. Por incrível que pareça, ela está falando de Elon Musk, e não de certo presidenciável condenado por corrupção.

#MEMÓRIA#

"A senhora acabou de redimir uma raça e perder o trono" — João Maurício Wanderley, Barão de Cotejipe, falando à Princesa Isabel a respeito da lei áurea, que virou lei há 134 anos hoje. Ele foi o único senador que votou contra. "Sr. Wanderley, pela liberdade dos meus irmãos uma coroa é um preço baixo a se pagar" - não disse a princesa, mas bem que poderia ter dito.

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