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“Receio de uma nova Lava Jato não pode ser pretexto para não combater o crime” – Fernando Haddad, estagiário da Fazenda, sobre o caso Banco Master. Ou seja, o plano é fingir que combate o crime, mas com o cuidado de não prender nenhum companheiro desta vez.
“O quarto tem um aparelho ventilador, então ele não vai mais ter de se preocupar com barulho de ar-condicionado” – Mônica Waldvogel, apresentadora de TV, debochando das condições da cela de Jair Bolsonaro, após sua transferência para a Papudinha. O risco do ventilador é a Mônica estar perto e acabar jogando suas opiniões nele.
“Venho através do presente apresentar minha retratação pública informando que difundi informações falsas” – Jean Wyllys, ex-BBB e ex-deputado, após perder processo movido pelo MBL. O Jean Wyllys admitindo que espalha fake news chocou menos gente do que quando ele saiu do armário.
“Já que o seu país decidiu não me conceder o Nobel da Paz por ter encerrado mais de 8 guerras, não me sinto mais na obrigação de pensar apenas na paz” – Donald Trump, sobre a questão da Groenlândia, em carta endereçada a líder norueguês. Pelo menos desta vez ele pulou a parte de aplicar a Lei Magnitsky só para arregar depois.
“Vou usar palavras que talvez você entenda: Sr. Presidente, vá se ferrar!” – Anders Vistisen, representante dinamarquês no Parlamento Europeu, em mensagem para Donald Trump sobre a Groenlândia. A vantagem de ser deputado na Dinamarca é que mesmo que as pessoas te entendam, ninguém te leva a sério o suficiente para se ofender.
“É verdade, o Irã enforca gays e lésbicas, mas existem boates que são frequentadas por pessoas LGBT em Teerã, por exemplo” – Jones Manoel, influencer comunista. Ah, bom. Assim, sim.
A Semana do Molusco
“Vocês já perceberam que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter?” – Lula. Eu também percebi que um certo ex-presidiário latino-americano vive tentando fazer diplomacia da mesa do boteco. Cada um governa com a ferramenta que domina, imagino eu.
“Se a gente não for esperto, a mentira vencerá a verdade” – Lula, em discurso de pré-campanha. Que pai desnaturado! Primeiro abandonou a Lurian, agora quer dar uma de esperto pra cima da Mentira. Logo ela, que sempre foi tão apegada ao papai!
“Não conheço ninguém que ensine uma coisa séria e tenha 4 milhões de seguidores. Mas se o cara estiver falando bobagem, pode até ter 20 milhões” – Lula. É curioso, mas não tanto quanto o mistério do “campeão das urnas” que não pode pisar na rua sem um batalhão de seguranças.
“Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai até você” – Lula, invertendo o ditado popular em evento sobre o salário mínimo. O perigo é esse “Montanha” ser o da lista da Odebrecht e já chegar com um aditivo de contrato para você assinar.
“Malho duas horas por dia pra parecer esse brotão aqui e você me chama de velhinho?” – Lula, no mesmo evento. Relaxa, Lula. Se a vaidade fosse o seu maior pecado, você já estaria canonizado.
Érika Love Story
“É capaz de tirar uma foto da Élika, vestidinha do jeito que ele [sic] está e amanhã aparecer no celular a Élika pelada” – Lula, sobre o uso de IA para gerar imagens íntimas não-autorizadas, onde se referia à deputada Élika Takimoto (PT-RJ), que acabou confundida com Erika Hilton.
“Não, o presidente Lula não me chamou de ‘ele’ durante um evento no Rio de Janeiro” – Erika Hilton, membro da Câmara dos Deputados (PSOL-SP), reagindo ao incidente. Realmente, é um mistério insondável. Talvez nem Sherlock Holmes consiga descobrir o que está por trás de tamanha confusão.
“Sim, o X poderá ser bloqueado no Brasil de novo após uma denúncia feita por mim. E isso é ótimo” – Erika Hilton. Peraí, o “X” que você quer banir é a rede social ou o cromossomo feminino?
Master Tribunal Federal
“Atos do STF e TCU remetem a Bolsonaro, que perseguia quem investigava” – Eliane Cantanhêde, blogueira, sobre a atuação dos tribunais no caso Banco Master. Me remete, me investiga, me joga na parede e me chama de Maria do Rosário!
“Olha o ministro ali de azul, com as mãos para trás” – hóspede do Resort Tayayá, registrando em vídeo o encontro entre Dias Toffoli, ministro do Supremo (STF-SP) e o banqueiro André Esteves. Estava de azul com as mãos para trás, mas deveria estar de laranja com as mãos ao alto.
“A decisão da PGR de arquivar o pedido de afastamento do ministro Dias Toffoli evidencia o funcionamento regular das instituições da República” – Gilmar Mendes, ministro do Supremo (STF-MT). Tão regular quanto um intestino e o resultado é quase sempre o mesmo.
“O Supremo não se curva a ameaças” – Edson Fachin, presidente do Supremo (STF-RS), defendendo Toffoli. E ele tem razão. Se alguém duvida, basta lembrar que o Daniel Vorcaro nunca precisou de ameaças para curvar ninguém.
“Apanho o que tiver que apanhar” – Dias Toffoli, ministro do Supremo (STF-SP), confirmando que permanece à frente das ações do Banco Master no Supremo. E apanha com gosto! O Toffoli já “apanhou” um resort de luxo e uma viagem para a final da Libertadores. O Moraes foi no embalo e “apanhou” um contrato milionário para a esposa. Essa tal “defesa da democracia” é um masoquismo altamente rentável.



