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Netflix

O “Dilema das Redes” serve para nos lembrar da humanidade perdida nas redes sociais

  • 21/09/2020 19:44
Documentário mostra como os detalhes das redes sociais foram  criados para prender nossa atenção durante o maior tempo possível.
Documentário mostra como os detalhes das redes sociais foram criados para prender nossa atenção durante o maior tempo possível.| Foto: Divulgação/Netflix

Não sei vocês, mas eu estou um pouco cansada de ler sobre “cultura do cancelamento” ou sobre as novas manias no “novo normal”, tal como de ler reportagens, análises, palpites e pitacos da esquerda, da direita, de cima e de baixo sobre “o impacto das fake news na democracia” ou sobre como as redes sociais são feitas para nos transformar em zumbis acoplados aos aparelhos de celular.

A essa altura do ano 1. d.c. (depois do coronavírus), se você não ouviu falar em nenhum destes assuntos - seja através da imprensa tradicional, de um influenciador ou de uma figurinha de WhatsApp -, é porque levou o isolamento social a sério e foi morar na roça (nada contra, inclusive, está todo mundo louco para fazer o mesmo).

Daí que por conta dessa gastura toda, pensei que assistir ao documentário O Dilema das Redes, recém-estreado na Netflix, não valeria a pena. Pois tudo o que começa a pipocar pelo Instagram dos coleguinhas jornalistas, intelectuais e cia. limitada com adjetivos como “essencial”, “necessário”, “indispensável”, em geral, dá uma certa canseira.

Um cheiro de discussão chique que vai gerar um monte de retuítes no clube da Bolinha Azul (nada contra, inclusive, quando eu crescer também hei de ter uma) e que vai passar a quilômetros do meu pai, que não usa Twitter, das minhas irmãs, que preferem o Instagram, e da minha tia, que mora com um par de gatos e para quem ter um celular é sinônimo de ter Facebook (enfim, a verdade é que a discussão sobre o distanciamento dos esclarecidos do resto da humanidade também já deu gastura, rs).

Mesmo assim, decidi dar uma chance ao novo bafafá das redes - Lindinhas, vejam só, já ocorreu há algo de quatro ou cinco polêmicas atrás - e voltei aqui para recomendar que você, leitor, possa fazê-lo também.

O enredo

Não gastarei muitas linhas descrevendo o enredo: ex-CEOs, designers, fundadores e funcionários de grandes empresas de tecnologia confessam, com riqueza de detalhes, como os ícones coloridos que povoam as telas dos nossos smartphones, com seus corações, joinhas, reticências de “digitando” e notificações barulhentas foram milimetricamente criados para prender nossa atenção durante o maior tempo possível. E o resto é conversa.

Psicólogos gabaritados como o americano Jonathan Haidt explicam como nossos humildes cérebros não estão, de forma alguma, preparados para lidar com esse frenesi de aprovação, essa necessidade humana básica transformada em uma espécie de cocaína que está levando toda uma geração aos mais altos índices de depressão, ansiedade e suicídio da história.

No fim da conversa, chegamos à política: todas essas traquitanas envolvem coleta de dados, informações preciosas que muito valem para o poder. Presos às bolhas de viés de confirmação, fomentadas pelos próprios sistemas que favorecem a proliferação de notícias sensacionalistas, distorcidas e falsas (mais “engajantes” do que as verdadeiras), somos sistematicamente manipulados por grandes corporações e governos interessados em - no que mais? - dinheiro e poder, enquanto essa corda tão etérea quanto real à qual chamamos de “sociedade” vai se esticando, arrebentando aos pouquinhos. Vai dizer que é alguma novidade?

Para não dizer que não falei das flores: também não é surpresa a presença do presidente Jair Bolsonaro entre os governos tidos como eleitos no esteio desse esgarçamento social. Convenhamos que não é como se a Netflix tivesse sido a pioneira a atirar a pedra.

O outro lado

E para que o leitor não acuse me acuse de “esquerdopata” a partir desta linha, adentro, por fim, o ponto deste texto: você pode discordar desta leitura. Pode trazer à mesa o argumento de que o fracasso da esquerda foi o que levou à ascensão da direita no mundo. Pode dizer que a esquerda também produz informações falsas e tem seu currículo de linchamentos virtuais (vide o caso recente da deputada Tábata Amaral). Mas não pode negar que as coisas estão, sim, meio viradas do avesso.

Tenho impressão, por exemplo, de que, até outro dia, o seu sobrinho meio de esquerda era só um jovem… sendo jovem, tanto quanto você o foi, rebelde à sua maneira, e não um ataque ambulante à civilização, um defensor incorrigível e inato de toda sorte de corrupção existente no mundo.

Da mesma forma, há três, quatro anos, as tias velhinhas incomodavam mais por fazer comentários desnecessários em grupos de família do que por se parecerem, de fato, com uma ameaça à democracia.

Durante as eleições de 2018, insistia com frequência que, se seu tio acredita que surrar um homossexual na rua seja menos pior do que surrar qualquer outra pessoa, duvido com força que seja o tipo de pessoa cuja companhia você apreciava até então.

O mesmo vale para o primo “petista”: tem certeza de que ele virou um babaca arrogante quando botou o adesivinho do Haddad ou ele já não fazia questão de mandar “feliz aniversário” no grupo da família? Quão duro seria o golpe nos nossos castelos morais se descobríssemos que, uau, defensores de posse de arma ou de campanhas contra o racismo podem estar preocupados com a própria sobrevivência? Como desaprendemos a dar ouvidos?

Simples: do mesmo jeito que desaprendemos a desconectar. “O Dilema das Redes”, portanto, é de uma insistência justificável (ou, “necessária”, “essencial”, “indispensável”, como dizem os especialistas). Porque a gente já sabe de várias dessas coisas. E esquece todos os dias. As manchetes sobre saúde mental, vício em telas, polarização, etc. etc. são tantas, que passam batidas entre curtidas e marcações - mesmo para mim, que sou jornalista.

Já fiz dezenas de entrevistas sobre vício em telas e, ainda assim, enquanto assistia ao documentário, dei-me conta de que massageava as palmas das mãos, doloridas nos pontos onde apoio o celular.

Mais uma? Há dois dias, um número razoavelmente reduzido de visualizações nos stories do meu Instagram me deixou preocupada. Dado que a minha renda nada tem a ver com as selfies que posto naquelas bandas, o motivo da inquietação não poderia ser outro senão o vício latente nos malditos corações e elogios. Quão mais leve eu seria se desse menos bola para essa porcaria?

C. S. Lewis, em seu magistral Cristianismo Puro e Simples, lembra que o escritor Samuel Johnson, que muito lhe inspirou, costumava dizer que “bem mais frequentemente, as pessoas precisam ser relembradas que instruídas”. E, para mim, essa é a importância de “o Dilema das Redes”: a lembrança de que, antes de nos defendermos dos chineses, dos comunistas, do Bolsonaro ou de quem quer que seja, é importante defender o que nos faz humanos.

Reitero, leitor, que você pode discordar das soluções apresentadas pelos especialistas do documentário. Mas é muito difícil negar o problema - e só teremos chance de resolvê-lo à base de muita conversa. Esse negócio cafona e fora de moda, cuja ausência nos priva de cabeças mais frias e noites mais quentes. E que nenhuma “curtida” há de superar.

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Comentários [ 22 ]

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  • S

    Saber é poder

    24/09/2020 4:10:13

    Quanta bobajada. Larga o freireanismo e vai fazer um intensivão de Caminho Suave. O Polzonoff fez e deu certo.

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    • P

      Pedro Piccoli

      22/09/2020 23:42:18

      O documentário é interessante e levanta bons pontos. Porém acredito que devemos ter cautela. As redes sociais são os maiores concorrentes dos streaming (a própria Netflix reconhece isso no último release de resultado deles), então o conflito de interesses ali é óbvio. O documentário é um produto original do Netflix. Além disso, as redes tiveram um importante (e inesperado) papel de dar voz a anônimos que estavam fora do mainstream progressista. Em meu entendimento, sua contribuição é muito mais importante que seu malefício. Cuidemos para não cair no conto da sereia narrado pelo Netflix.

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      • R

        Roger

        22/09/2020 17:45:40

        Que texto mais fora de propósito. errou o ponto totalmente. Finge que vai analisar o programa e cai numa divagação sobre o presidente. Fraquíssimo.

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        • M

          Magaly

          22/09/2020 11:02:31

          Vivemos numa sociedade de analfabetos funcionais com pouco conteúdo intelectual e muita facilidade para externar opinião sobre conceitos (nazismo, genocídio, fascismos) sem saber o real significado político-filosófico das ideias.

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          • F

            Francisco Pessoa de Queiroz

            22/09/2020 10:51:04

            Artigo com viés de esquerda. Lixo.

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            • I

              IvoHM

              22/09/2020 13:10:18

              Cidadão Chinês: Bem lembrado! "Fanático" é um dos novos rótulos. Eu estava esquecendo...

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            • C

              Cidadão Brasileiro

              22/09/2020 10:58:07

              Não é de esquerda não. A realidade causa dores fortes nos fanáticos, tão investidos que estão na fantasia que compraram, que morrem de medo de eventualmente terem de admitir a facilidade com q foram feitos de bobos.

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          • J

            JP

            22/09/2020 10:28:10

            Redes sociais são máquinas de polarização. São uma enorme ameaça à estabilidade social, à democracia e, principalmente, à verdade. Vejo os velhinhos da minha família acreditarem em fakes tão fakes que parecem até piadas, mas eles acreditam e reagem como se verdade fosse. Isso causa sofrimento, revolta, angústia e pior, transfere poder àqueles que criam as mentiras. Ou isso será resolvido pela lei e pela própria tecnologia que as criou, ou a humanidade perderá a civilidade. Muito assustador.

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            • D

              Dan

              25/09/2020 5:23:17

              Só o fato de ignorar o declínio da humanidade já prova a manipulação, são transformados em escravos e nem se dão conta

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          • C

            Cidadão Brasileiro

            22/09/2020 10:19:20

            Excelente texto Maria Clara! Cala fundo em quem comprou ações da Ódio S. A.

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            • I

              IvoHM

              22/09/2020 16:34:01

              Cidadão Chinês: Tive que ir lá na Wikipedia para saber que você me acusou de ter, como dizem os americanos, "crossed the line". Você é chique, hein? Mas toda essa sofisticação não disfarça a mando de quem você age.

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            • C

              Cidadão Brasileiro

              22/09/2020 13:52:38

              IvoHM: suas teses rasas só servem para suportar suas opiniões rasas, advindas de falsas crenças baratas distribuídas em massa por espertalhões nas redes. Desqualificar é tática do seu manual hubrista.

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            • I

              IvoHM

              22/09/2020 13:08:34

              Cidadão Chinês: Os teus patrões ching-ling agora mandaram requentar o fake "discurso do ódio". É o rodízio de insultos que Goebels ensinou à esquerda. E dá-lhe homofóbico, racista, genocida, fascista e, até mesmo, nazista.

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          • A

            Ana Luiza

            22/09/2020 8:33:10

            Interessante que até documentário de rede social fala um monte de coisas para concluir de repente que o Bolsonaro é 'nazista'.

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            • P

              Paulo Zuccato

              22/09/2020 7:13:16

              Quando o Obama saiu do anonimato para as massas, conquistou o mundo e ganhou 1 eleição (e depois reeleição) com a enorme ajuda das redes sociais elas eram boas. Símbolo da mudança, da esperança, de primavera! Daí a sociedade vai mais para a direita (como em qualquer ciclo normal, vai e volta) e elas se tornam o demônio. Devem ser extirpadas ou, no mínimo, reguladas. A esquerda contemporânea cava a própria insignificância com discussões bobas.

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              • M

                MCPN

                22/09/2020 5:46:05

                Ducumentário tendencioso. Feito por progressistas mimizentos. Afirma que a eleição de Bolsonaro foi exclusivamente um fenômeno das redes sociais (como se fosse algo ruim). A tal ameaça à democracia. Ou seja, para essa turminha de mimizentos só é democracia se a esquerda vence. Mas se a direita vence eles criam mil teorias da conspuração, como a desse infeliz documentário.

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                • A

                  André

                  22/09/2020 4:28:43

                  No início, fiz vários testes que não deram certo, ficava me desafiando a ficar 15 dias e depois um mês fora de redes sociais. No fim, o que funcionou foi o seguinte: ficar dois meses. Você percebe a hora que o vício vai indo embora, mas leva tempo, como qualquer droga. Já tive conta de Facebook, Instagram, LinkedIn e WhatsApp. Hoje não tenho mais nenhuma delas, e digo: foi a melhor coisa que fiz na minha vida! A sensação de liberdade é indescritível, e sua cabeça libera um espaço gigante para pensar em coisas mais importantes e criativas. Meu próximo passo é me livrar da leitura de sites de notícias (como esse). Percebam que a todo instante há “notícias novas”, é isso acaba viciando também.

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                  • E

                    Eduardo

                    22/09/2020 10:56:51

                    E eu estou tentando me livrar exatamente do que estou fazendo agora, ou seja, ler comentários em artigos, kkkkk. Muito difícil. Facebook só tenho instalado no celular para me lembrar dos aniversários de pessoas que gosto (única funcionalidade útil, rs). No mais, meu maior problema hoje é jornal eletrônico e as vezes o YouTube. Se eu não fosse pai e tivesse o dever moral de me manter informado, nem acessava mais a internet.

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                    André

                    22/09/2020 4:30:19

                    A propósito: estou fora há uns 2 ou 3 anos de Facebook e Instagram. O WhatsApp foi o último, já estou uns 6 meses sem.

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                • M

                  MARCIO G BARRETTO

                  22/09/2020 3:39:36

                  O documentário mostra apenas uma face da questão: cruel, verdadeira, mas que não é representativa de tudo que as redes sociais significam e podem produzir. Os ex-executivos que dão o seu testemunho devem estar com o bolso cheio de dinheiro ganho naquelas empresas, e agora estão com remorso. Não me convenceram. Me pareceu aqueles documentários do Roger Moore. Acho que os globalistas achavam que depois de terem dominado as mídias tradicionais já tinham resolvido tudo, mas não esperavam pela força das redes sociais, que é o verdadeiro canal de comunicação da sociedade moderna. As redes sociais estão muito mais próximas do que seja uma democracia do que o que esse pessoal propõe.

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                  • A

                    Alerta

                    06/10/2020 16:40:46

                    Documentários do 007 ???!!!

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                  • C

                    Cidadão Brasileiro

                    22/09/2020 10:24:02

                    Fakes em massa de origem anônima não ornam com democracia. Reclama-se da tendenciosidade dos veículos de comunicação tradicionais (somente quando o seu viés difere daquele de quem reclama), mas esses podem ser responsabilizados se cometem crimes.

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