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Casa Cor Paraná 2009

A versatilidade das pastilhas

O revestimento apareceu tanto em detalhes de cozinhas e banheiros, quanto em ambientes quentes, como lounges e salas. Para os arquitetos, a aplicação do material em locais pontuais e de destaque deixam a casa mais bonita, sem um custo elevado

O brilho das pastilhas pretas transformam o Lounge Boutique da Pastilhart em uma grande caixa de joias | Andréa Paccini/Divulgação
O brilho das pastilhas pretas transformam o Lounge Boutique da Pastilhart em uma grande caixa de joias (Foto: Andréa Paccini/Divulgação)
Mix de pastilhas brancas, riscadas e tijolo revestem a bancada da cozinha do Apartamento Privativo |

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Mix de pastilhas brancas, riscadas e tijolo revestem a bancada da cozinha do Apartamento Privativo

Quatro tons diferentes, que vão do marrom ao cobre, revestem parte do piso do Studio de um Solteiro |

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Quatro tons diferentes, que vão do marrom ao cobre, revestem parte do piso do Studio de um Solteiro

Na Churrasqueira, as pastilhas bronze dão requinte ao ambiente |

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Na Churrasqueira, as pastilhas bronze dão requinte ao ambiente

Novas texturas, cores e misturas. Boa parte das pastilhas utilizadas em alguns dos 53 ambientes da Casa Cor Paraná 2009 são lançamentos. Com novas padronagens para um material que, ao contrário do que é feito usualmente, pode ser usado também em ambientes quentes, como lounges, salas e quartos, e não só em espaços frios, como cozinha, banheiros e lavanderias. "A escolha das cores depende de cada projeto de decoração, mas o ideal é usar o material em apenas uma parte do espaço, como um detalhe, para não ficar enjoativo", sugere a arquiteta Juliana Stocco que, junto com a arquiteta Andréia Postai Pereira, assina o ambiente Apartamento Privativo e Varanda Panorâmica da mostra.

As arquitetas apostaram no uso da pastilha em uma parede, um pedaço do piso ou mesmo uma bancada de refeições da cozinha. É o que ocorre no hall do Apartamento Privativo, com filetes em pastilhas pretas, e na cozinha do ambiente, com um mix de pastilhas de vidro e porcelana de cores quentes. "Essa mistura de matéria-prima cria um efeito bonito, que mistura o brilho do vidro com a uniformidade da porcelana e que é mais acessível financeiramente do que se todo o detalhe fosse feito em pastilha de vidro, mais cara", explica o sócio da Pastilhart, empresa paranaense que forneceu a maior parte do material para os ambientes da mostra, Alexandre De Lara.

Para mostrar a versatilidade do material, a empresa montou em um ambiente na mostra, o Lounge Boutique, assinado pelos arquitetos André Bertolucci e Flávia Caldeira. No espaço, o revestimento aparece em tudo, piso, teto e paredes. "A intenção era fugir do comum. Para isso resolvemos tratar a pastilha como uma joia, o lounge todo tem esse conceito, inclusive com totens com ‘joias’ feitas de pastilha expostas", conta o arquiteto André Bertolucci. Peças pretas brilhantes e foscas são mescladas no piso, enquanto nas paredes e teto o brilho é mais intenso. O maior destaque do espaço é a porta de R$ 50 mil, coberta de pastilhas de ouro branco e com um puxador metálico desenhado pelos arquitetos e cravejado de cristais Swarovski.

O brilho metálico aparece ainda em outros dois ambientes: a Churrasqueira, das arquitetas Márcia Campetti e Jucy Martinelli Passalacqua, e o Studio de um Solteiro, do arquiteto Sandro Percicotti. "Queríamos escapar da ideia comum de churrasqueira rústica, por isso optamos pelas pastilhas bronze, que dão requinte ao espaço", conta Márcia. O material aparece também em um estilo rústico no revestimento externo do ambiente. As pastilhas, que lembram cacos de telha, são da cerâmica artesanal Nina Martinelli.

Já no Studio de um Solteiro, um mix de pastilhas de vidro que vão do marrom ao cobre, inspirado nos Emirados Árabes, reveste todo o piso do banheiro e closet, assim como os degraus que levam até essa parte do ambiente.

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