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Projeto

Mais área privativa e menos clube

Perspectiva do térreo do Henri Matisse: áreas comuns mais “enxutas” | Divulgação
Perspectiva do térreo do Henri Matisse: áreas comuns mais “enxutas” (Foto: Divulgação)

Opções de lazer e diversão para todos os moradores são a aposta do condomínio clube. No entanto, há construtoras que ainda apostam na vontade do consumidor ficar um pouco mais dentro de casa, na sua área privativa e não nos espaços que precisam ser compartilhados, como piscina, sala de jogos, espaço gourmet e brinquedotecas.

O Henri Matisse, lançamento da Porto Camargo Engenharia no bairro Boa Vista, vai oferecer 22 apartamentos, todos com três quartos e possibilidade de conversão para 2 quartos, divididos em 6 andares, com áreas de 132,93 metros quadrados a 153,70 metros quadrados e uma ou duas vagas de garagem. A torre estará instalada em um terreno de 3.314,86 metros quadrados.

De acordo com os profissionais da Proa Arquitetura, que assina o projeto do empreendimento, a ideia é a oferecer maior área privativa e alcançar um público diferente daquele que busca os condomínios com mais opções de lazer, que é formado por casais jovens, em sua maioria. Para os arquitetos, a intenção do Henri Matisse é mostrar que uma área exclusiva pode ser mais bem utilizada do que áreas comuns.

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