Desde 1993, os consumidores brasileiros podem escolher eletrodomésticos tendo como base o selo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), que indica os equipamentos com melhores níveis de eficiência energética, ou seja, aqueles que consomem menos energia. Em breve, esse critério também poderá ser analisado na hora de adquirir ou utilizar imóveis. Acaba de ser concluída pelo Laboratório de Eficiência Energética em Edificações da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) a regulamentação para etiquetagem voluntária de nível de eficiência energética de edifícios comerciais, de serviços e públicos.
O estudo foi realizado em parceria com a Eletrobrás, por meio do Procel. A classificação do nível de eficiência energética de um edifício será definida por três requisitos: o sistema de iluminação, o de condicionamento de ar e o desempenho térmico da envoltória do prédio. A análise de cada um desses itens determinará a etiqueta a ser recebida, que pode variar de A (mais eficiente) a E. Para se ter uma idéia, um prédio comercial receberá A se utilizar aquecimento solar de água, com coletor e reservatório térmico que também tenham recebido a classificação máxima de eficiência.



