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Sete vidas

Acostumado a escapar da morte

Havana – Aos 10 anos, Fidel Castro quase morreu por causa de uma apendicite. Desde então, ele sobreviveu a desastrosos ataques militares e a várias tentativas de assassinato.

Em abril de 1948, Fidel participou de manifestações em Bogotá, Colômbia, para protestar contra a criação da Organização dos Estados Americanos. As forças de segurança entraram em confronto com os manifestantes e Fidel, então com 21 anos, se refugiou na Embaixada de Cuba.

Em 26 de julho de 1953, Fidel lançou o que muitos qualificaram de um ataque suicida contra o Quartel Moncada, na cidade de Santiago, leste de Cuba. Apesar de ter se tornado o símbolo do início da revolução cubana, o ataque foi um fracasso. Numerosos camaradas morreram no ataque ou foram capturados e torturados. Mas Fidel fugiu.

Dias depois, Fidel foi poupado pelo tenente Pedro Sarria, enviado para capturar os atacantes de Moncada que, depois de localizálo, apenas o conduziu a uma delegacia. Depois de 22 meses preso, Fidel formou um exército rebelde no México e voltou a Cuba em um barco lotado que quase naufragou durante uma tempestade. O barco, chamado Granma, foi recebido a tiros pelo Exército cubano. Dos 82 rebeldes que estavam a bordo, apenas 12 sobreviveram. Antes de ser capturado, o "comandante" tomaram o poder, em 1º de janeiro de 1959. Ele sobreviveu ainda à invasão à Baía dos Porcos, em 1961, quando mais de 150 cubanos que estavam sob seu comando morreram na luta contra os invasores.

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