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O aeroporto Schiphol de Amsterdã começará a usar scanners de corpo inteiro dentro de três semanas para examinar pessoas viajando aos Estados Unidos, depois de consultas com as autoridades norte-americanas, afirmou a ministra do Interior da Holanda nesta quarta-feira.

A ministra Guusje ter Horst disse que os procedimentos normais de segurança foram seguidos corretamente no dia de Natal, quando o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab embarcou em Amsterdã com destino a Detroit.

O homem, de 23 anos, está detido nos EUA acusado de tentar explodir o voo.

"Faremos estas máquinas, cerca de 15 no total, disponíveis para voos aos Estados Unidos dentro de três semanas", a ministra em conferência de imprensa em Haia.

Ter Horst disse que os detectores de metais normais não encontram explosivos e que o uso de um scanner de corpo inteiro teria ajudado a evitar que Abdulmuttalab tivesse levado explosivos ao avião.

Ela ainda alertou que não há 100 por cento de garantia de que os novos detectores capacitem a segurança do aeroporto de encontrar explosivos.

Os scanners de corpo inteiro, ao contrário dos detectores de metais usados em aeroportos pelo mundo, usa ondas de rádio para gerar uma imagem do corpo que pode encontrar anomalias por baixo das roupas.

As investigações continuam para descobri se Abdulmuttalab teve ajuda em Amsterdã, afirmou o ministério do Interior nesta quarta-feira.

O chefe da agência contra-terrorismo holandesa, Erik Akerboom, afirmou ainda que Abdulmuttalab apresentou um passaporte nigeriano válido no aeroporto de Schiphol ante de embarcar no voo para Detroit.

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