
Ouça este conteúdo
A ditadura da China aprovou uma nova rodada de ajuda a Cuba, que, segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores do regime castrista, incluirá US$ 80 milhões em assistência financeira emergencial para a compra de equipamentos elétricos e outras “necessidades urgentes” e uma doação de 60 mil toneladas de arroz.
De acordo com o informe da pasta, o embaixador chinês em Cuba, Hua Xin, confirmou o acordo em reunião esta semana em Havana com o ditador cubano, Miguel Díaz-Canel.
“Ao receber o chefe da missão diplomática, Díaz-Canel Bermúdez expressou suas mais calorosas saudações e destacou a intensa atividade que o embaixador chinês vem realizando em Cuba recentemente, incluindo a entrega, na segunda-feira [19], da primeira parcela da doação de arroz previamente aprovada pela República Popular da China”, informou o Ministério das Relações Exteriores cubano.
Embora a ditadura chinesa já tenha ajudado a cubana em outros momentos, como em 2024, quando realizou uma entrega emergencial de 20 mil toneladas de arroz entre abril e julho, o auxílio anunciado agora ganha outro significado, porque Havana perdeu seu grande aliado no Hemisfério Ocidental: o ditador venezuelano Nicolás Maduro, capturado em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro.
Após essa ação, o presidente americano, Donald Trump, disse nas redes sociais que a ilha não receberia “mais petróleo nem dinheiro” da Venezuela e sugeriu ao regime de Cuba que faça “um acordo antes que seja tarde demais”.
Díaz-Canel rebateu também nas redes sociais, ao dizer que “não há conversas com o governo dos Estados Unidos”. Nesta quarta-feira (21), o jornal americano The Wall Street Journal noticiou que o governo Trump está buscando pessoas dentro da ditadura cubana para facilitar uma mudança de regime na ilha até o final do ano.






