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Copa do Mundo

Após vitória, jogadores da Argentina provocam Inglaterra com faixa proibida pela Fifa

Jogadores da Argentina seguram uma faixa com os dizeres "As Ilhas Malvinas são argentinas" enquanto comemoram a vitória na semifinal da Copa do Mundo da FIFA 2026 entre Inglaterra e Argentina, em Atlanta, EUA (Foto: EFE/EPA/WILL OLIVER)

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A partida de futebol entre Inglaterra e Argentina na semifinal da Copa do Mundo da Fifa, nesta quarta-feira (15), foi além do aspecto esportivo e ganhou um apelo político.

Após o término da partida que garantiu a ida dos argentinos para a final contra a Espanha, jogadores da seleção vencedora exibiram uma bandeira com a seguinte frase: "As Ilhas Malvinas são argentinas", algo que seria proibido pela Federação Internacional de Futebol devido ao caráter político da manifestação.

O arquipélago do Atlântico Sul, com aproximadamente 12.173 km² e mais de 770 ilhas, foi palco de uma guerra em 1982 entre os países e, até hoje, a Argentina reivindica soberania sobre o território, controlado pelos ingleses desde 1833.

Questionado sobre a bandeira levantada após a partida, Lautaro Martínez, que marcou o segundo gol contra a Inglaterra, disse à imprensa que, embora a Guerra das Malvinas "tenha acontecido há muitos anos", esta não era "apenas mais uma partida" para o time capitaneado por Lionel Messi.

A vice-presidente argentina, Victoria Villarruel, também apoiou a exibição da bandeira pelos jogadores. "As Malvinas são argentinas! Proibiram levá-las para o estádio e esqueceram que as carregamos no sangue e no coração", disse nas redes sociais.

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